sexta-feira, 20 de novembro de 2009

AD Belém no Itaim Paulista inaugurará Novo Templo

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Paulo,

      Ministério do Belém no Itaim Paulista, Setor 53,
        líderada pelo pastor Elias Camilo dos Santos
Inaugurará seu Novo Templo Sede do Setor no próximo
                      dia 22 de Novembro às 9h



                                                 




















  Será uma semana inteira de comemoração,
        Veja a programação e participe:
         http://www.aditaimpaulista.com/
  http://www.aditaimpaulista.blogspot.com/

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Procura apresentar-te a Deus aprovado, como Obreiro que não tem de que se envergonhar ,que maneja bem a palavra da verdade ( II Tm. 2:15)



INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O  CURSO DE  TEOLOGIA :


  • Curso de Teologia Nível  Médio


  • Duração do Curso   2 anos


  • Currículo do curso  24 matérias


  • Método e condução do curso: Autodidático, com acompanhamento de monitor em um encontro semanal, com duração de 3 (três) horas/aula,


  • Livros: Autodidáticos elaborados por professores do IBAD,


  • Documento de conclusão oferecido: Certificado de conclusão. (Reconhecido pelas melhores Convenções Evangélicas do Brasil)



  • Aulas com professor credenciado pelo IBAD. 
                                                                                        
  •  Início das aulas mês de Janeiro 2010
              Maiores Informações falar com o Diácono Valderi   Fone: (13) 3576-0258
          ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTÉRIO DO BELÉM
         Rua: 13 nº 1370 Jardim Rio Branco - São Vicente / SP.
        

sábado, 14 de novembro de 2009

Estudo Bíblico

O FIEL DESPENSEIRO

-O povo cristão pouco se dedica a “Dar e Servir”, Deus tem -tocado-me profundamente a esse respeito. Tenho absoluta convicção que após você (ouvir ou ler) essa mensagem, sua visão de compromisso, sua compreensão com relação às ordenanças do Senhor, serão radicalmente mudadas.
Portanto, deixe que a Palavra do Senhor de forma profunda, atinja o teu coração e entendimento, ao passo que o Espírito Santo encarregar-se-á de lhe mostrar de forma clara e objetiva o que Deus quer e tem reservado a você.



Texto Sagrado.     (I Pe 4.10)
“Servi uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus”.
(Atos 4 .32-37)



Introdução.
-Estas duas passagens nos descrevem o verdadeiro modelo de uma “cooperativa” de grande sucesso.

-Um dos principais obstáculos para vivermos o Evangelho de Jesus em toda a sua plenitude é a tremenda dificuldade que temos de nos desprendermos de nós mesmos e dar um pouco do que temos para Deus e para os outros. Infelizmente, as palavras do Senhor "mais bem-aventurado é dar que receber" (At 20.35) continuam sendo uma fronteira desconhecida e inexplorada para a maioria dos cristãos, cujos estreitos horizontes não passam d'além dos seus próprios interesses.

-Mas, por que dar? Por que servir? Por que dar e servir são tão importantes para o cumprimento da Palavra de Deus em nossa vida? O texto que nós lemos é tremendamente importante para nós entendermos o porquê Pedro disse que devemos servir uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.

1. A lei do fluxo e refluxo.

-Esta lei determina que só recebe aquele que exercitou a graça de dar de si mesmo. À medida que nós damos (fluxo), nós recebemos (refluxo). Jesus decodificou essa lei do Pai quando disse: "dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também". (Lc 6.38). Grifo do autor.

1.1 A viúva de Serepta.

-Deus disse a Elias.

"Dispõe-te, e vai a Sarepta, que pertence a Sidom, e demora ali, onde ordenei a uma mulher viúva que te dê comida". (I Rs 17. 9) Grifo do autor.

-Para receber, a viúva de Sarepta primeiro teve que se dispor a dar aquilo que tinha. Por que? Porque esta é uma lei da vida: à medida que damos, recebemos. O fluxo (dar) sempre termina num maravilhoso refluxo (receber) da Graça de Deus em nossas vidas.

1.2 Dar e servir são tão vitais quanto o não dar e servir são prejudiciais para nós.

-Ou seja, quem não dá, morre. Quem não dá, torna-se um mar morto - sem saídas, sem vazão, sem trocas, só recebe - por isso é morto. Para não morrer (embora não soubesse disso) aquela viúva teve que dar o pouco de farinha que tinha e o pouco azeite que lhe sobrara. O não dar implicava na própria morte.

-Aqui está a ironia final da vida. Aquilo a que ela atribuía valor fundamental para sua vida seria o que lhe roubaria a vida, caso não se dispusesse a entregar.

-Dar e servir eram tão vitais quanto o não dar e servir seriam prejudiciais para ela. Talvez esta seja a razão porque existam muitas pessoas que morreram para vida. Nunca deram de si para ninguém. Sofrem da síndrome do mar morto. São lacradas, são sem saídas, são hermeticamente fechadas, só recebem; são cisternas cujas águas estão sempre paradas, nunca se renovam.

2. O retorno é sempre infinitamente maior do que aquilo que nós damos.

-Aquilo que damos, volta, em uma medida infinitamente maior. O retorno sempre é maior que o investimento: "dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão...".

-Aquela viúva deu um pouco de farinha e azeite. O que ela recebeu? Farinha e azeite? Não!

-Ela recebeu a vida de seu filho de volta (mais tarde, Elias orou e o filho da viúva ressuscitou). (I Rs 17.17-23). Será que, se ela soubesse antes que Elias iria salvar o seu filho, teria relutado em dar o seu pão para mantê-lo vivo? Claro que não! Ela jamais imaginou que ao dar o seu pão para o sustento do Profeta, ela estava dando na verdade a vida para o seu próprio filho.

-Jamais imaginou que o ajudando (o que fez com certa má vontade) ela estava na verdade se ajudando.

-Aqui está o problema que nos impede de dar o que temos para Deus e para o próximo.

-Quando damos, o fazemos achando que estamos sempre ajudando os outros e nunca nós mesmos. Não atinamos para o fato de que ao dar o nosso "pão", não estamos ajudando ninguém, a não ser unicamente nós.

-Porque o retorno sempre é infinitamente maior do que aquilo que nós investimos. Quando Deus pede para nós darmos alguma coisa (por mais precioso que pareça ser) é porque Ele quer nos dar em troca algo muito maior e mais importante.

-Existem na igreja pessoas que ainda não desenvolveram a graça de dar de si mesmo para outros e para Deus. Não entenderam ainda que, na contabilidade de Deus, é dando que se recebe, é dividindo que se soma, é deixando escorrer de nós o fluxo da graça de dar, que somos inundados pelos refluxos generosos da graça de viver - o que nos faz pensar que é sempre mais bem-aventurado dar que receber...

-No texto de Atos percebemos coisas de suma importância para todos nós nos tempos atuais.

-O versículo 34 diz: “Não havia, pois, entre eles necessitado algum.”

-Versículo 32 “E era um ……” (o que?) coração

-Versículo 32 “…… lhes eram comuns.” (o que?) todas as coisas

-Versículo 33 “davam testemunho ……” (o que?) da ressurreição do Senhor

-Versículo 33 “e em todos eles havia ……” (o que?) abundante graça

-O grupo estava unido por uma visão comum e pelo seu compromisso profundo uns para com os outros. O compromisso de serem todos os despenseiros da multiforme graça de Deus.

3.0 O resultado de não dar de si mesmo para os outros e para Deus.

-A Palavra de Deus nos afirma com grande autoridade que, aquele que não cumpre os mandamentos do Senhor, não terá parte com Ele.

-Muitos cristãos têm deixado de cumprir o mandamento de Deus no que diz respeito aos Dízimos e Ofertas.

-Eles alegam que não lhes sobra praticamente nada no final do mês. Alguns até apresentam uma lista com todos os seus gastos pessoais. “Farmácia, supermercado, plano de saúde, colégio dos filhos, prestações do financiamento da casa, carro, aluguel, luz, água, telefone, impostos e outros”. É claro que sabemos que todos nós temos esses compromissos no final do mês. Mas, nos esquecemos do maior de todos eles “trazei todos os dízimos a casa do tesouro...” (Ml 3.10).

-Muitos cristãos jamais participaram de campanhas de arrecadação de alimentos na igreja, ofertas missionárias nem pensar. Por diversas vezes ouvem os apelos durante os cultos, mas, não se sentem nem um pouco sensibilizados.

“Sofrem da síndrome do mar morto. São lacradas, são sem saídas, são hermeticamente fechadas, só recebem; são cisternas cujas águas estão sempre paradas, nunca se renovam”.

-Esquecem-se do texto Sagrado que diz: “...porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também". (Lc 6.38).
3.1 Consagração do dizimo.

-Nunca consagram o “dizimo”, acham que se assim o fizerem, no final do mês no fechamento das contas, vai lhes fazer falta. Porem pagam a cada mês uma quantia considerável de medicamentos na farmácia. Por vezes ainda se perguntam:

“Deus esqueceu-se de mim, tenho orado, jejuado, pedido a Deus incessantemente que me cure, mas, parece que Ele não me ouve. Outros dizem, não entendo, tenho orado a Deus pedido que ele me guarde de assaltos e roubos, mas, parece que minha oração não tem chegado ao trono da graça!”.

-Esse tipo de crente prefere amargar prejuízos no final de todos os meses, a cumprir o mandamento do Senhor.

"dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão...". (Grifo do autor).

-Ao contrario desse tipo de crente o Salmista escreveu:

“Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor, que em Seus mandamentos tem grande prazer”. (Sl 112.1)
3.2 Campanhas de arrecadação de alimentos aos necessitados.

-Todos os meses são realizadas campanhas de arrecadação de alimentos aos necessitados. Mas, a grande maioria dos crentes faz de conta que o assunto não tem nada a ver com eles.

-O apostolo Pedro escreveu a igreja de Jerusalém dizendo:

“Mas, sobretudo, tendes ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobrirá a multidão de pecados” (I Pe 4.8).

-Onde está a caridade (amor) com o qual deveríamos amar nossos semelhantes?

-Jesus disse: “Um novo mandamento vos dou: Que vós ameis uns aos outros; como Eu amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis”.
-Como então podemos ficar indiferentes ao vermos nossos irmãos que em muitas oportunidades não tem o pão para servir a mesa aos seus filhos e familiares. Quantas vezes há em nossa mesa a sobeja de pão, sobra tanto que na maioria das vezes, quando os animais caseiros não dão conta de comer todas as sobras, nós lançamos no lixo.

-Para outros acontece ao contrario! Eles compram, compram, compram, mas, sempre tem falta de alguma coisa. Eles dizem, não entendo, gastei tantos Reais no ultimo final de semana no mercado, mas parece que não trouxe nada, ou tudo o que comprei já acabou!

-Novamente a Palavra de Deus tem uma resposta muita clara e objetiva para esse fenômeno.

“Semeias muito e recolheis pouco; comeis, mas não vos farteis; bebeis, mas não vos saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário recebe salário num saquitel furado”. (Ag 1.6)
-Quando será que aprenderemos? Não podemos continuar a lutar contra os mandamentos do Senhor!

-O Senhor diz para todos nós: “... fazei prova de mim...” (Ml 3.10).

-A igreja de Antioquia viveu pelo menos três estagio de desenvolvimento na comunhão dos cristãos.

1. Eles tinham um só coração (espírito)

2. Tinham uma só alma (mente).

3. Eles compartilhavam todas as coisas em comum (compromisso com Deus).

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade. E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração. Louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor a igreja aqueles que se haviam de salvar”. (At 2. 42-47)
-Deus nos ajude a entender as necessidades uns dos outros.

Estudo Bíblico

Como Vencer nas Crises

"HÁ AQUELES QUE SÃO DETERMINADOS PARA USAR UMA CRISE COMO UMA OPORTUNIDADE PARA VOLTAR E RECOMEÇAR (FAZER COISAS CERTAS NOVAMENTE), ENQUANTO OUTROS DESISTEM."

-CREIA NA POSSIBILIDADE DA VITÓRIA.
E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer; TUDO É POSSÍVEL AO QUE CRÊ. - Marcos 9.23 (arc)

Esta declaração de Jesus não deve ser entendida como promessa incondicional.

(1) - "Tudo" não se refere a tudo que possamos imaginar. A oração da fé deve basear-se na vontade de Deus. Tal oração nunca pedirá algo que seja insensato ou errado (Tg 4.3). A fé, aqui em apreço, obtém-se como um dom de Deus. Ele a põe no coração de quem o busca sinceramente e também vive fielmente conforme a sua vontade (ver Mt.17.20 nota).
"A fé estabelece a diferença entre os que triunfam e os que são derrotados." Maria Amélia Rizzo.



-ESTANDO EM JESUS, A VITÓRIA VIRÁ.
Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. I Coríntios 15.57 (ara)
Ao estarmos vivendo uma vida de fidelidade a Jesus Cristo, temos garantida a vitória, inclusive sôbre a morte.



-PRATIQUE A PALAVRA DE DEUS.
Mas aquele que considera, atentamente, na LEI PERFEITA, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso PRATICANTE, esse será bem-aventurado, no que realizar. Tiago 1.25 (ara)

LEI PERFEITA. Tiago usa esta frase como sinônimo das Escrituras Sagradas (Sl.19) - (beg)

A Bíblia Sagrada, (manual do fabricante) nos orienta em todos os aspectos da nossa vida, afim de termos uma vida de conquistas.

-ESPERE NO SENHOR DEUS.
Mas os que esperam no SENHOR renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão. Isaías 40.31 (arc)
ESPERAR NO SENHOR é confiar nossa vida plenamente às suas mãos. Significa depender dEle como nossa fonte de ajuda e de graça, em tempo de necessidade (cf. Sl 25.3-5; 27.14; Lc 2.25,38).
Os que esperam no Senhor têm dEle as seguintes promessas:

1) - A força divina para vivificá-los no meio do cansaço e da fraqueza, do sofrimento e das provações;

2) A capacidade de elevar-se acima das suas dificuldades, assim como a águia que paira nas alturas do céu e

3) a capacidade de correr espiritualmente sem se cansar e de caminhar firmemente para a frente sem desfalecer, quando parece que Deus demora em agir. Deus promete que se o seu povo confiar nEle com paciência, Ele proverá todo o necessário ao seu sustento continuamente (I Pe 1.5) - (bep)



-MANTENHA A PERSEVERANÇA.
É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma.
Lucas 21.19
Devemos engajar-nos na mais intensa e fervente devoção a Cristo através dos meios da graça, ou seja: a oração, o testemunho, o estudo da Palavra, a adoração, a comunhão cristã e a luta diária contra o pecado (ver Jo 15.6 nota). Perseverando na verdadeira fé, o crente alcança a vida eterna e triunfa em todas as circunstâncias.(bep)



-RESPOSTA AO MEDO : PEÇA AJUDA AO SENHOR.
Eu pedi a ajuda do SENHOR, e ele me respondeu; ele me livrou de todos os meus medos. Salmos 34.4
Um dos temas mais freqüentes dos salmos é declarado ousadamente: Deus ouve e responde às orações de seu povo.


-UMA PREOCUPAÇÃO SAUDÁVEL: SEJA HONESTO.
Pois o que nos preocupa é procedermos honestamente, não só perante o Senhor, como também diante dos homens. II Coríntios 8.21
O procedimento honesto é excelente fonte de renda. A empresa que procede honestamente, conquistará clientes fieis. O empregado que anda em honestidade, certamente estará sempre na "boca", para receber aumentos salariais e promoções de cargos.



APRENDA A OUVIR CONSELHOS.
Sem conselhos os planos fracassam, mas com muitos conselheiros há sucesso. Provérbios 15.22.
O livro de Provérbios freqüentemente destaca a sensatez da procura dos conselhos dos sábios no tocante aos nossos planos e propósitos (ver também 11.14; 20.18; 24.6).



-NAS CRISES, MOSTRE-SE UM FORTE.
Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena. Provérbios 24.10
Angústias e aflições virão a todos nós em algum tempo nesta vida (Jó 7.7; Tg 1.4). Quando assim acontecer, nós, como crentes, devemos nos fortalecer no Senhor, confiar nEle como nosso refúgio (Dt 33.27) e orar, crendo na veracidade da sua promessa de que nunca nos abandonará (Hb 13.5). Àqueles que firmemente confiam em Deus, Ele lhes dá força e graça suficientes para vencerem em tempos de aflição (Is 40.29; II Co 12.9; Cl 1.11).

A força moral do indivíduo é vista somente quando ele é verdadeiramente testado.
   Momento de Reflexão:

 Para um José sonhador: Deus têm uma cadeira de Governador;

 Para um Jacó que luta com o anjo: Deus têm um novo nome de Vencedor;

 Para uma Ana perseverante: Deus têm um menino Profeta;

 Para um Um Davi guerreiro e ungido: Deus tem a pedrinha que nunca Erra;

 Para um Moisés obediente: Deus têm um cajado que abre o mar;

 Para três jovens corajosos: Deus têm um passaporte para dentro do fogo passear;

 Para quem têm sonhos: Deus têm Realização;

 Para quem têm Fé: Deus têm sua poderosa mão;

 Para quem têm Esperança: Deus têm honra e Restauração;

 Para quem luta e não recua: Deus têm a unção de Campeão !!!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Vitória sobre a Velha Natureza

Você tornou-se participante da velha natureza por ter sido gerado da semente corruptível de Adão quando nasceu de seus pais. Agora, por crer em Cristo, você foi gerado de novo (regeneração) e tornou-se participante da natureza divina, pois você é criado (feito) por Deus "...que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade" ( Ef 4:24 ).
Você obteve vitória sobre o mundo por fazer parte da família de Deus. Você faz parte da família de Deus por ter nascido de novo de uma semente incorruptível, a palavra de Deus. Mas, o que aconteceu com a sua velha natureza?
Quando você nasceu dos seus pais, você nasceu de uma semente corruptível herdada de Adão. Todos os homens que vêm ao mundo nascem na condição de filhos da ira, filhos da desobediência e com uma natureza igual a de Adão ( Rm 3:23 ).

Quando você creu em Cristo, você nasceu de novo na condição de um dos filhos de Deus ( Gl 3:26 ). Você foi gerado de novo de uma semente incorruptível, a palavra de Deus ( 1Pe 1:3 e 23). Você recebeu poder para ser feito (criado) filho(s) de Deus ( Jo 1:12 ).
Você foi gerado de novo e tem uma nova natureza (divina) por causa da semente incorruptível (a palavra de Deus é "grandíssimas e preciosas promessas") "O seu divino poder nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas vos torneis participantes da natureza divina..." ( 2Pe 1:4 ).
Esta natureza que você tinha era proveniente da semente corruptível de Adão, ou seja, a semente da qual você foi gerado continha todos os elementos que o tornava condenável diante de Deus.

Você tornou-se participante da velha natureza por ter sido gerado da semente corruptível de Adão quando nasceu de seus pais. Agora, por crer em Cristo, você foi gerado de novo (regeneração) e tornou-se participante da natureza divina, pois você é criado (feito) por Deus "...que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade" ( Ef 4:24 ).
Você não recebeu a velha natureza quando nasceu de seus pais humanos, e nem recebeu uma nova natureza quando foi criado (feito) por Deus. Em ambos os nascimentos você tornou-se participante de uma natureza: através da semente corruptível você tornou-se participante da velha natureza e no novo nascimento você tornou-se participante da natureza divina.

Por que é preciso distinguir entre "tornar-se participante" e "receber"? Porque dirão que você "recebeu" uma nova natureza quando foi gerado de novo, o que contraria o que a bíblia diz: você tornou-se participante da natureza divina "... vos torneis participantes da natureza divina..." ( 2Pe 1:4 ), o que é totalmente diferente de receber a natureza divina.
A natureza é determinada através do nascimento. Quando você foi gerado dos seus pais, você tornou-se participante da carne e do sangue (matéria) e da natureza carnal (velha natureza). Mas, quando você creu em Cristo, você recebeu poder para ser gerado de novo através da semente incorruptível, e mesmo possuindo ainda a carne e o sangue (matéria), tornou-se homem espiritual (nova natureza).

O homem não tem poder sobre a sua natureza, pois ela é determinada quando do seu nascimento ( Jr 13:23 ). O etíope não pode mudar a sua cor da mesma forma que todos os homens não têm poder sobre a sua natureza pecaminosa. É preciso receber poder para se nascer de novo participante da nova natureza.
Quando gerado dos pais, o homem é animal (corpo), terreno e carnal (velha natureza). Quando o homem é gerado de novo da semente incorruptível, ele ainda é animal (corpo de carne e sangue), porém, agora é espiritual e celestial, esperando somente ser revestido de um corpo espiritual ( 1Co 15:45 -49).

Quando alguém diz que você recebeu uma nova natureza, ele pretende demonstrar que você tem duas naturezas distintas: a velha e a nova natureza. Porém, outra vez não estão dizendo conforme a bíblia diz.
O que a bíblia diz?

Que a sua velha natureza foi crucificada e sepultada com Cristo ( Rm 6:6 ). Você foi 'circuncidado' com a 'circuncisão' de Cristo, ou seja, você despojou-se de toda carne ao crer em Cristo. A velha natureza herdada em Adão foi desfeita ( Cl 2:11 ) "Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado" ( Rm 6:6 )
Não é possível nascer de novo enquanto se está vivo para o pecado, ou seja, enquanto o corpo do pecado não é desfeito. É preciso morrer para o pecado através da cruz de Cristo, e só então ressurge uma nova criatura participante da natureza divina ( Rm 6:3 -4; Cl 3:1 ).

Você tinha uma velha natureza, agora, você tem uma nova natureza. Aquela era inimiga de Deus, mas está esta em amizade com Deus. A tendência da velha natureza era morte, mas a tendência da nova natureza é vida e paz. Nisto elas se opõem: morte e vida ( Rm 8:6 -7).
Os que dizem que você tem duas naturezas tentam demonstrar que a sua velha natureza opõe-se a sua nova natureza (carne versus espírito), o que gera uma luta no interior do cristão. Mas o que a bíblia diz: que a carne (velha natureza) opõe-se ao Espírito (Espírito de Deus) ( Gl 5:17 ). A carne pende para a morte, e o Espírito para a vida e a paz ( Rm 8:6 -7).

E onde você está enquanto a carne e o Espírito se opõem? Por que eles se opõem? A resposta é clara: para que não façais o que quereis!
Porém, você é nascido de Deus e já crucificou a carne com as suas paixões ( Gl 5:24 ), isto porque você não fez a vontade da carne e nem a sua vontade, antes você fez a vontade do Espírito (Deus) que é: creu naquele que Ele enviou.
Você sujeitou-se a Deus quando creu em Cristo. Você tornou-se servo da justiça ao fazer a vontade de Deus "Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus" ( Ef 6:6 ).

Quando servo de Cristo, você não faz a sua vontade e nem a vontade da carne, mas o querer do Espírito.
Você já crucificou e sepultou o velho homem! Você não tem mais vínculos com o trato passado, pois tudo se fez novo. Isto é a vitória concedida por Deus através da oferta do corpo de Cristo. Porém, o que lhe falta ainda?
Você precisa despojar-se (jogar fora) tudo o que pertencia ao velho homem! Mas, o que é pertinente ao velho homem que você deve lançar fora? Os seus feitos Cl 3: 9. Você precisa andar como filhos da luz.
É preciso transformar-se pela renovação do seu entendimento. O novo homem renova-se no no conhecimento, o que permite andar em Espírito, ou seja, como filhos da luz ( Cl 3:10 ; Ef 4:23 ; Rm 12:2 ).

Por isso o apóstolo Pedro instrui: crescei na graça e no conhecimento ( 2Pe 3:18 )!

Perguntas e Respostas:

1) A semente de Adão é uma semente __corruptível___.

2) A palavra de Deus é uma semente _incorruptível____.

3) O que é a semente incorruptível? ( 1Pe 1:23 )
R. A Palavra de Deus;

4) Através da semente incorruptível você torna-se _participante__ da natureza divina, e através da semente corruptível você era _participante__ da natureza.

5) Através das sementes você "torna-se participante" das naturezas ou "recebe" as naturezas?

R. Através das sementes você torna-se participante das naturezas, diferente da idéia que propagam que você ‘recebe’ as naturezas.

6) Quando alguém diz que você 'recebe' a natureza, isto dá a entender que é possível ter _(02) duas__ naturezas ao mesmo tempo.

7) O que 2Pe 1:4 diz? Você ‘recebeu’ ou tornou-se ‘participante’ da natureza de Deus?
R. Você tornou-se participante.

8) O nascimento determina a natureza da qual você é participante. Se nascido da carne e do sangue torna-se velho homem participante da velha natureza. Quando nascido da água (palavra) e do Espírito (Deus) o homem torna-se uma nova criatura participante da natureza __divina__.

9) É possível nascer de novo sem antes morrer? 1Co 15:36
R. Não!

10) Por que é preciso morrer com Cristo?
R. Porque é necessário ser crucificado com Cristo e sepultado com Ele, para depois ressurgir um novo homem.

11) No que a carne e o Espírito opõe-se? Rm 8:6 -7
R. Porque a Carne tende para a morte e o Espírito para a vida e paz.

12) Para não fazer a vontade da carne é necessário crer (fazer a vontade de _Deus_) em Cristo, o que torna você servo de Deus.

13) O que é preciso renovar em você? Rm 12:2

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

   O Tempo da Salvação
Na eternidade não há salvação, se HOUVESSE, os anjos caídos
seriam salvos. Na eternidade Deus não salvou e nem salvará, pois a salvação de Deus é revelada para o tempo que se chama hoje. Os perdidos que morrerem seguem para o juízo de suas obras, pois já estão debaixo de condenação eterna. Mas, para aqueles que morrerem com Cristo (quando crêem), ressurgem uma nova criatura, onde o propósito de Deus cumpre-se e seguem para a eternidade participante da vida em Deus.


"Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável E socorri-te no dia da salvação; Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação"

( 2Co 6:2 )

O Propósito Eterno de Deus

Qual o propósito eterno de Deus? O propósito eterno de Deus é a salvação do homem?

Os erros doutrinários que surgiram ao longo dos séculos acerca de como ocorre a salvação em Cristo é porque não conseguiram identificar qual é o propósito eterno de Deus. Não consideraram que a promessa de salvação não é eterna, uma vez que a porta de salvação, que hoje está aberta, um dia se fechará.
O propósito de Deus em Cristo sim, este é eterno, pois começou na eternidade e se perpetuará na eternidade. Embora a salvação conceda vida eterna para os que por ela são alcançados, na eternidade não haverá salvação.
Paulo apresentou o propósito eterno de Deus aos cristãos em Éfeso: “E desvendou-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, na plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra” ( Ef 1:9 -10).

Deus tornou conhecida a sua vontade (desvendou o mistério oculto) que propusera e consentiu (beneplácito), de fazer convergir em Cristo todas as coisas, tanto as que estão nos céus quanto as que estão na terra, para que (objetivo) em tudo Ele seja proeminente (superior, sublime, preeminente).
Como Deus 'desvendou o mistério da sua vontade', é sem razão de ser o argumento de que o homem não compreende as questões acerca da salvação por ter um mente finita. Como Deus desvendou o mistério da sua vontade é porque o homem é plenamente capaz de compreender os seus propósitos.
O propósito eterno de Deus é específico: a preeminência de Cristo sobre todas as coisas “Ele é a cabeça do corpo, a igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” ( Cl 1:18 ); “E foi assim para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nas regiões celestiais, segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor” ( Ef 3:10 -11).

O propósito eterno é segundo a soberania de Deus, e jamais poderá ser revogado ou invalidado por criatura alguma, pois seu propósito não tem como base o homem ou algo que é passageiro. É por isso que ouvimos ecoar: "Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós" ( 2Co 1:20 ).
Ora, de todas as promessas estabelecidas por Deus, todas cumprem-se em Cristo, e por Ele são plenamente confirmadas para a glória de Deus que se revela naqueles que são salvos.
Confundir o propósito de Deus, que é eterno, com a salvação em Cristo, que é temporal, fez surgir muitos erros doutrinários, pois a salvação restringe-se ao tempo chamado ‘hoje’.

Deus salva o homem ‘hoje’, visto que um dia a porta da graça se fechará, e será conhecido (manifesto) o juízo de Deus que se deu em Adão. A salvação é para a eternidade, mas não há um propósito eterno em salvar indefinidamente, visto que Deus não salvará na eternidade.
Salvação é para o tempo que se chama ‘hoje’. O tempo estipulado para o socorro de Deus é o ‘agora’. Porém, o propósito eterno de Deus em Cristo é para a eternidade, pois a preeminência de Cristo sobre todas as coisas é algo pertinente a eternidade.

O Propósito Eterno e a Salvação

O propósito eterno que Deus estabeleceu antes dos tempos dos séculos é a preeminência de Cristo sobre todas as coisas. E no que consiste a preeminência de Cristo? A primogenitura de Cristo entre muitos irmãos “... a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” ( Rm 8:29 ).
Isto porque, além de Cristo assentar-se à destra da majestade nas alturas, com todas as coisas debaixo dos seus pés, Ele também foi constituído a cabeça da igreja, que é o seu corpo. Paulo demonstra que Cristo está ligado aos seus muitos irmãos, de forma que a plenitude dele enche tudo em todos ( Jo 1:16 ; Ef 1:21 -23).

Para levar a efeito o propósito eterno (segundo o conselho da sua vontade), que é a preeminência de Cristo sobre todas as coisas, foi estabelecida na eternidade a criação do homem segundo a imagem e semelhança de Deus.
Tudo teve início quando foi dito: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança” ( Gn 1:26 ). O homem foi criado perfeito (imagem e semelhança), com plena liberdade (De todas as árvores comerás livremente Gn 2:16 ), posto em um lugar perfeito ( Gn 2:15 ), com uma regra definida (dela não comeras) e com conhecimento essencial para exercer o seu livre-arbítrio (certamente morrerás).

O homem deixou de confiar na palavra de Deus e confiou nos seus sentidos.
Eva viu que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e desejável para dar entendimento (concupiscência), desobedeceu a Deus e comeu do fruto da árvore, e deu a Adão, esquecendo-se que foram alertados que não comessem ( Gn 3:6 ).
O homem pecou e foi destituído da vida que há em Deus. Ele passou a estar (separado de) morto diante de Deus. Deixou de ser participante da vida que há e provem de Deus, estabelecendo a inimizade entre Deus e os homens.

Porém, a queda de Adão não foi um obstáculo ao propósito eterno, pois segundo a sua providência, o Cordeiro de Deus foi morto antes da fundação do mundo em resgate da humanidade ( 1Pe 1:9 -20).
Todos que obedecem à verdade, ou seja, que crêem na mensagem do evangelho, não segundo as suas obras de justiça, mas segundo o próprio propósito e graça que há em Deus, são de novo gerados homens espirituais, para uma viva esperança ( 1Pe 1:3 e 23).
A salvação em Cristo é anunciada a todos os homens perdidos em Adão, e todos que aceitam maravilhosa salvação são regenerados (criados novamente), segundo Deus em verdadeira justiça e santidade.

O propósito eterno não foi estabelecido nos homens carnais e terreno, mas, tal propósito é estabelecido nos homens espirituais e que pertencem aos céus ( 1Co 15:45 -49).
O novo homem foi criado em paz com Deus, a imagem e semelhança daquele que de novo os gerou segundo a palavra da verdade, que é semente incorruptível “Qual o terreno, tais também os terrenos; e qual o celestial, tais também os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial” ( 1Co 15:48 -49).
Deus salvou os homens segundo a sua maravilhosa virtude (misericórdia) e graça "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" ( 1Pe 2:9 ). Ele salvou e pós nos cristãos a palavra da reconciliação. Salvar não foi o bastante, pois segundo o propósito eterno (que é a preeminência de Cristo), Ele escolheu (elegeu) os salvos, e não os incrédulos, segundo a sua maravilhosa graça para serem irrepreensíveis e santos diante dele.

Deus salvou os homens segundo a sua maravilhosa graça e segundo o seu eterno propósito (a preeminência de Cristo), e, então, os recebeu por filhos, segundo o que havia predeterminado de ante mão. Todos que crerem em Cristo, são salvos e recebem a filiação divina, para que Cristo seja o primogênito entre muitos irmão. Ou seja, se alguém não desejar ser filho de Deus, deve rejeitar o evangelho da graça, visto que, todos os que são salvos em Cristo não terão outro destino: são filhos de Deus segundo o Seu eterno propósito: a preeminência de Cristo como a cabeça da igreja.
Ora, a eleição e a predestinação são segundo o propósito eterno de Deus de fazer convergir em Cristo todas as coisas. Diferente é a salvação, que é segundo a sua misericórdia, graça e amor. Em amor, graça e misericórdia Deus resgata todos os homens da condição de sujeição ao pecado, e, segundo o seu propósito eterno, estes homens são constituídos filhos de Deus, para que Cristo seja primogênito entre muitos irmãos.

A Salvação

O ministério de Jesus consistiu em buscar e salvar o que se havia perdido "Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" ( Lc 19:10 ). Ora, segundo a‘visão’ Monergista, podemos considerar que os 'eleitos' e os 'predestinados', em última instância, nunca se perderam.

A teologia da livre graça demonstra que os perdidos nunca tiveram chance de salvar-se, e o escolhidos e predestinados, nunca tiveram oportunidade de se perder. Ora, há uma grande contradição entre o que Jesus disse, e o que apregoam os adeptos da livre graça, visto que, Jesus veio em busca do que havia efetivamente perdido, e eles demonstram que alguns nunca se perderam, pois Deus os salvou pela eleição e predestinação antes mesmo de se perderem.

Porém, o que se verifica nas escrituras é que todos os homens se perderam, e que Cristo veio buscá-los e salvá-los.
Depreende-se do texto, que efetivamente os homens se perderam em Adão, e que Jesus veio em busca dos perdidos, e não de salvos ( Lc 19:10 ). Ou seja, Jesus não estava em um faz de conta, buscando alguém que aparentemente estava perdido, mas que, em última instância, nunca esteve perdido, conforme apregoam os seguidores da teológica da ‘livre graça’.

Jesus veio salvar homens perdidos em conseqüência de uma condenação anterior. Sem contradição alguma! Primeiro os homens perderam-se em Adão, para depois ser oferecido por Deus redenção gratuita.

Deus nunca mandou os homens para o inferno como base na sua soberania, como se fosse um tirano. Antes, todos os homens foram julgados e condenados em Adão. Segundo a condenação em Adão é que os homens seguem à perdição.
Ora, Deus amou o mundo de tal forma que deu o seu Filho Unigênito, pois todos estavam debaixo de condenação. Ora, todos os que morrerem sem salvação evidenciaram a justiça de Deus, pois os condenados à morte seguem para a morte eterna “Mas se a nossa injustiça faz surgir a justiça de Deus, que diremos? Será Deus injusto, trazendo ira sobre nós?” ( Rm 3:5 ).

Ora, o amor de Deus em conceder o seu Filho não invalida a sua retidão e justiça: não é porque Jesus morreu em resgate de todos os homens, que os que estão sob condenação não serão punidos. Deus não faz acepção de pessoas, a alma que pecar essa morrerá, e o culpado não será tido por inocente.

O amor de Deus é evidente pela oferta de Cristo na cruz do calvário. Muito mais evidente é o amor porque ele morreu por pecadores. Aos que crêem é oferecido uma nova vida, pois a 'vida' herdada de Adão não subsiste ao juízo de Deus: deve morrer e ser sepultada com Cristo.

Deus é justo, e todos que nascerem segundo a vontade da carne, vontade do sangue e vontade do varão, compartilham da natureza do homem terreno, e, são, portanto, condenáveis diante de Deus pela desobediência de Adão “Pois assim como por uma só ofensa veio a juízo sobre todos os homens para condenação...” ( Rm 5:18 ).

A salvação é oferecida hoje (agora), uma vez que:

o amanhã não pertence ao homem;

o juízo já ocorreu e todos os homens estão condenados, e necessita de salvação 'hoje';

se a condenação fosse no futuro, somente após a condenação teria razão oferecer redenção;

antes que houvesse mundo não houve oferta de salvação, nem por eleição e nem por predestinação.

Seria um contra senso Deus conceder salvação ao homem tendo em vista um juízo e uma condenação que ainda não havia ocorrido. Porém, Jesus veio em busca daquele que se havia perdido, porque todos juntamente se extraviaram, e não havia quem buscasse a Deus.

Se a salvação é segundo a eleição e a predestinação, o dia sobre modo oportuno seria na eternidade, antes que houvesse mundo. Como o 'tempo aceitável' pode ser hoje, se a eleição e a predestinação é antes dos tempos dos séculos? Como Deus oferece 'aqui e agora' o dia de salvação, se todos nasceram com um destino certo?

Jesus não veio julgar a humanidade porque todos já estavam debaixo de condenação "Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo" ( Jo 8:15 ). Caso Jesus declarasse juízo sobre os homens, estaria invalidando o juízo estabelecido no Éden "E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo" ( Jo 12:47 ).

Jesus é claro em demonstrar a condenação dos homens que Ele veio salvar: “Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado...” ( Jo 3:18 ).

Ora, é plausível considerar que Deus determinou aqueles que haveriam de ser salvos antes que houvesse mundo através da sua soberania ou da sua presciência, se os homens ainda não haviam se extraviado?

Ora, Adão era livre em todos os aspectos, e se ele não tivesse comido do fruto?

Ora, Deus é sabedor de todas as coisas pela sua presciência, no entanto, jamais obrigaria Adão a comer do fruto proibido. Como determinar de ante mão quem seria salvo, se nem mesmo havia alguém perdido?

Considerando que Deus a ninguém oprime, temos que a soberania e presciência de Deus não leva ninguém a tomar decisões contra a sua própria vontade "Ao Todo-Poderoso não podemos alcançar; grande é em poder; porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça" ( Jó 37:23 ).

Deus soube que o homem haveria de pecar, e soberanamente não interferiu na decisão do homem. Antes, Deus abriu uma nova porta em Cristo, o último Adão, para que os descendentes do primeiro Adão percebessem através da mensagem do evangelho que lhes é necessário decidirem pela salvação.

Sem oprimir ninguém a fazer escolhas, Deus soberano dá continuidade ao propósito eterno de fazer convergir em Cristo todas as cosias. De que se queixará o homem? Dos seus próprios pecados! Mas, como Deus predestina o homem à perdição e ainda o culpa?

O homem foi criado fadado a pecar? Não lhe foi dado o livre arbítrio?

Ora, o que se percebe é que a eleição e a predestinação referem-se ao propósito eterno que é a preeminência de Cristo sobre todas as coisas, e não com relação à salvação.

A salvação é para quem está perdido. A salvação (é depois da perdição) é posterior à perdição, segundo o propósito eterno, que é anterior a perdição. Segundo o propósito eterno o Cordeiro foi morto, para que Ele recebesse glória e honra acima de todo o nome "Que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças" ( Ap 5:12 ); "E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo" ( Ap 13:8 ).

A salvação não é através da oferta do Cordeiro, se não todos indistintamente seriam salvos. A oferta do cordeiro é segundo o propósito eterno, para que Cristo recebesse poder e honra acima de todo o nome que se nomeia.
A salvação é para aqueles que tornam-se participantes da carne e do sangue do Cordeiro, pois pela fé morrem, são sepultados e ressurgem com Cristo uma nova criatura "Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos" ( Rm 14:9 ).

A morte e a ressurreição de Cristo foram para estabelecer o seu Senhoril sobre mortos e vivos. Mas, na ressurreição é que os perdidos encontram refrigério "Que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, o batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo" ( 1Pe 3:21 ).
Deus não salvou ninguém na eternidade, pois a salvação é para o tempo dos homens. ‘Agora vos salva’, ou seja, na eternidade Deus não determinou, não predestinou ninguém à salvação.

Paulo ao interpretar o anunciado pelo profeta Isaias, que disse: “Assim diz o Senhor: No tempo favorável te ouvirei, e no dia da salvação te ajudarei, e te guardarei, e te darei por aliança do povo, para restaurardes a terra...” ( Is 49:8 ), demonstra que, aqui e agora é o tempo aceitável de Deus. Ou seja, Ele não aceitou ninguém na eternidade como diz a ‘visão monergista’ ou o ‘evangelho’ segundo Calvino e Armínio. Se Deus houvesse predestinado ou escolhidos alguns para a salvação, ‘eis aqui agora’ não seria o tempo da salvação ( 2Co 6:2 ).

Isto demonstra que na eternidade foi estabelecido o propósito eterno de Deus para que em tudo Cristo tivesse a preeminência. Segundo o seu eterno propósito, os que crêem em Cristo para salvação, ou seja, que aceitam beber da água que faz uma fonte que jorra para a vida eterna são eleitos e predestinados para serem co-herdeiros com Cristo, e Ele primogênito entre muitos irmãos.

Na eternidade não há salvação, se HOUVESSE, os anjos caídos seriam salvos. Na eternidade Deus não salvou e nem salvará, pois a salvação de Deus é revelada para o tempo que se chama hoje. Os perdidos que morrerem seguem para o juízo de suas obras, pois já estão debaixo de condenação eterna. Mas, para aqueles que morrerem com Cristo (quando crêem), ressurgem uma nova criatura, onde o propósito de Deus cumpre-se e seguem para a eternidade participante da vida em Deus.

É por isso que Paulo ao escrever a Timóteo demonstrou que Deus nos salva no tempo que se chama ‘hoje’, no momento aceitável. É preciso dar ouvido ao convite do Pai Eterno que o evangelho apresenta: "Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações..." ( Hb 3:7 ).

A voz do Espírito ressoa ‘hoje’, e quem ouve pode aceitá-lo ou não. Mas, aqueles que ouvem e não resistem ao Espírito são salvos. Os salvos são chamados com uma santa vocação, segundo o propósito eterno que é a preeminência de Cristo, e são constituídos filhos de Deus, santos e irrepreensíveis "Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos" ( 2Tm 1:9 ).

A 'eleição' é segundo o propósito eterno e a 'graça' é concedida segundo Cristo. Mas, tanto a graça quanto o propósito eterno são antes dos tempos dos séculos, pois são provenientes de Cristo.

Deus salvou Paulo e Timóteo segundo o poder que há no evangelho ( 2Tm 1:8 ), pois sabemos que o evangelho é poder de Deus para todo aquele que crê ( Jo 1:12 ; Rm 1:16 ; 1Co 1:24 ).

O apóstolo Paulo apresentou um argumento aos que não criam na ressurreição dos mortos, que também é válida para os monergistas: “Se, como homem, combati em Éfeso contra as bestas, que me aproveita isso, se os mortos não ressuscitam? Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” ( 1Co 15:19 ).

Tal argumento é totalmente pertinente! Como é impossível alguém esperar em Cristo segundo a visão monergista, se não há como determinar quem é ou não predestinado à salvação? O recomendado é comer e beber, pois se você for um dos escolhidos para a salvação, será salvo. Porém, se você não tiver tal sorte, ao menos não viveu em busca de uma esperança morta.

Amados, consideremos o que o Espírito diz: "Porque ele é o nosso Deus, e nós povo do seu pasto e ovelhas da sua mão. Se hoje ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações..." ( Sl 95:7 -8).
 O Corpo de Cristo


O pão repartido na ceia representa a comunhão que os cristãos possuem com Cristo. O cálice e o pão foram instituídos em memória de Cristo, porém, cada cristão é uma memória viva daquilo que Deus realizou. Os cristãos são superiores aos cerimoniais instituídos por Cristo, pois Cristo é a cabeça da igreja ( Ef 5:23 ).
Cada cristão constitui o corpo de Cristo, ou melhor, o corpo de Cristo é constituído de pessoas que professam a Cristo segundo as Escrituras.
Quando Jesus partiu o pão, disse: “Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim" ( 1Co 11:24 ), ou seja, demonstrou por meio do pão que o seu corpo seria 'partido' entre os seus seguidores. Assim como cada discípulo estava com um pedaço do pão que fora partido, cada um deles em particular constituiria o corpo de Cristo.

O pão que foi partido por Cristo simbolizava o seu corpo, e todos que se alimentam de Cristo viverá por Ele, tornando-se o seu corpo ( Gl 2:20 ; Jo 6:57 ). Assim como cada pedaço do pão que estava nas mãos dos discípulos fazia parte do mesmo pão, cada um daqueles que crêem em Cristo faz parte do mesmo corpo. Cada um que tomar e comer da sua carne, constitui o seu corpo ( Jo 6:51 ; Jo 6:53 ).
É um erro entender que Jesus estava indicando o sacrifício do seu corpo quando disse: "isto é o meu corpo que é partido (entregue) por vós" ( 1Co 11:24 ), pois, neste evento Jesus estava tratando especificamente da constituição do seu corpo, como se organizaria a sua igreja. O corpo de Cristo seria cada um dos seus discípulos, ou seja.

Para fazer parte do corpo de Cristo é necessário comer da sua carne e beber do seu sangue. Como comer e beber de Cristo? Ora, qualquer que ouve e aprende de Deus come e bebe de Cristo (compare Jo 6:45 com Jo 6:51 e Is 55:2 e 3).
Todo aquele que ouviu e aprendeu de Deus ( Is 54:13 ), come e bebe o que é bom ( Is 55:3 ; Jo 6:45 ).
Com base no que Jesus anunciou na noite que partiu o pão ( 1Co 11:24 ), o apóstolo Paulo declarou: "Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão" ( 1Co 10:17 ).
O apóstolo demonstra que há muitos cristãos “Porque nós, sendo muitos...”, porém, todos são ‘um só pão e um só corpo’. Por que um só pão e um só corpo? Porque ao crer na ‘mensagem do evangelho’ todos os cristãos tornaram-se participantes do mesmo ‘pão’.

Ora, ser ‘participante do pão’ não é o mesmo que ‘participar do pão e do beber do cálice anunciando a morte do Senhor’. Ser participante do pão é comer da carne e beber do sangue de Cristo, ou seja, crer na mensagem do evangelho ( Jo 6:35 ).

Ora, é impossível ser participante do pão (corpo de Cristo) indignamente, porém, é possível ‘anunciar a morte do Senhor’ indignamente ( 1Co 11:26 com 1Co 11:29 ).
Conclui-se que cada cristão é o corpo de Cristo, ou seja, individualmente cada cristão é membro deste corpo ( 1Co 12:27 ). Por quê? Por que cada cristão foi batizado em um só Espírito, formando um só corpo: judeus, gregos, servos e livres. Todos beberam de um só Espírito ( 1Co 12:13 ).
Quando foram batizados e beberam de um só Espírito? Quando creram em Cristo segundo as Escrituras.
Como corpo de Cristo, cada cristão deve compreender que é superior as ordenanças (representação): cerimonial da ceia ou do batismo em águas.
Com relação a ceia do Senhor, cada cristãos deve ter em mente que, individualmente é membro do corpo de Cristo, porque é o pão, o corpo de Cristo ( 1Co 10:17 ). Cônscio desta verdade, o apóstolo Paulo argumenta: “Não é o cálice de bênção, que abençoamos, a comunhão do sangue de Cristo? E não é o pão que partimos a comunhão do corpo de Cristo?” ( 1Co 10:16 ).
Cada cristão deve compreender que o cálice da ceia distribuído nas reuniões solenes é abençoado por aqueles em comunhão do sangue de Cristo. O cálice de bênção é abençoado pelos cristãos, ou seja, o cálice somente representa o que se efetivou na vida dos cristãos.

O pão repartido na ceia representa a comunhão que os cristãos possuem com Cristo. O cálice e o pão foram instituídos em memória de Cristo, porém, cada cristão é uma memória viva daquilo que Deus realizou. Os cristãos são superiores aos cerimoniais instituídos por Cristo, pois Cristo é a cabeça da igreja ( Ef 5:23 ).
Há um só corpo e um só Espírito, e todos que creram tornaram-se participantes deste corpo ( Ef 4:4 ). Há um só Senhor, uma só fé (evangelho) e um só batismo ( Ef 4:5 ). De que batismo Paulo faz referência aos cristãos em Éfeso? Batismo em águas? Não! Ele aponta para o batismo na morte de Cristo, quando o homem torna-se o pão e o corpo ( Rm 6:4 ; 1Co 10:17 ).
Há um só evangelho (fé), da mesma forma que há um só batismo, ou seja, um só batismo na morte, pois todos que morreram com Cristo ressurgiram para uma viva esperança ( Cl 2:12 ). Ora, se alguém já ressuscitou com Cristo, jamais será batizado na morte de Cristo outra vez, porque foi batizado em um só corpo “...todos nós somos batizados em um corpo...” ( 1Co 12:13 ; Ef 4:5 ).
Por não compreender a extensão do que é ser o corpo de Cristo, muitos acreditam que as ordenanças do batismo e da ceia do Senhor são sagradas. Ora, o que é sagrado é o corpo de Cristo, pois assim demonstrou o apóstolo Paulo: “... pois o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado" ( 1Co 3:17 ).
Assim como o sábado da Antiga Aliança, as ordenanças da Nova Aliança foram estabelecidas por Cristo em função dos cristãos, e não os cristãos em função das ordenanças ( Mc 2:27 ). A ceia foi instituída em memória de Cristo, pois todas as vezes que beber e comer em memória de Cristo, os cristãos anunciam a morte de Cristo.
A realização das ordenanças não transmite bênçãos ou concede graça. Nada há de miraculoso ou misterioso. Porém, algumas instituições acabam por ‘institucionalizar’ as ordenanças de Cristo, conferindo valor diverso daquele que Cristo deixou.

Transformar as ordenanças de Cristo em praticas ritualísticas e formalistas é distorcer a idéia bíblica. Crer que o batismo cristão é a imersão ou aspersão de água não é o mesmo que crer que o cristão é batizado na morte de Cristo, no momento que crê na mensagem do evangelho ( Cl 2:12 ; Rm 6:4 ).
Todos os cristãos devem estar esclarecidos que ingressaram no corpo de Cristo quando creram na mensagem do evangelho. Quando creram foram batizados ( 1Co 12:13 ), e tornaram-se um só pão e um só corpo ( 1Co 10:17 ), pois beberam do sangue e comeram do corpo de Cristo ( Jo 6:56 ).
Quando come a carne e bebe o sangue de Cristo, o cristão é sepultado com Ele, ou seja, é batizado na morte de Cristo, e, depois, é submetido ao batismo em águas.
Primeiro o cristão come da carne e bebe do sangue de Cristo, e, depois anuncia a morte do Senhor através da ceia.
Evidenciar a verdade do evangelho é essencial aos cristãos para que não sejam levados pela astucia de homens que induzem ao erro ( Ef 4:14 ).
         As Cem Ovelhas


O pregador deve levar a idéia da parábola aos seus ouvintes, e não ficar estabelecendo relações entre pessoas e figuras pertinentes a parábola. Quando o pregador demonstrar as verdades que Jesus ensinava através das parábolas, haverá uma conscientização maior sobre o que é a salvação de Deus em Cristo. O pecador perceberá que não adianta apontar as outras pessoas como sendo mais pecadoras que ele. O pecador perceberá que a sua conduta ilibada não o salvará. O pecador perceberá que não há desculpas ou justos diante de Deus, e acabará reconhecendo a sua condição.


E chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir.
E os fariseus e os escribas murmuravam dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.
E ele lhes propôs esta parábola, dizendo: Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la? E achando-a, a põe sobre os seus ombros, gostoso; E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.
Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

Lc 15:1 -10

Em linhas gerais uma parábola é utilizada para ilustrar uma idéia.
Jesus contou três parábolas para tornar evidente a mesma idéia. As parábolas são: as cem ovelhas, as dracmas e o filho pródigo.
Estas parábolas ilustram uma mesma idéia: a alegria por um pecador que se arrepende.
Há vários sermões e interpretações sobre estas passagens. Geralmente os pregadores utilizam estas passagens bíblicas para fazer um apelo aos seus ouvintes que deixaram de freqüentar as reuniões.
Aliado a isto, alguns hinos também utilizam esta parábola. É bem provável que você tenha na lembrança alguma canção sobre o filho pródigo ou sobre as Cem ovelhas.
Qual a mensagem que Jesus procurou transmitir através desta parábola?
Para interpretar a parábola das Cem Ovelhas, em primeiro lugar é preciso verificar qual foi o público alvo da mensagem:
1º) O texto do Evangelho de Lucas demonstra que se achegavam a Cristo TODOS os publicanos e pecadores para ouvi-lo ( Lc 15:1 ); publicanos e pecadores remete ao povo que não 'entendiam' da lei;
2º) Que os fariseus e os escribas ao verem Jesus recebendo uma multidão de ‘pecadores’ passam a murmurar dele dizendo: “Este (Jesus) recebe pecadores (o povo), e come com eles” ( Lc 15:2 ). Os escribas e fariseus se diziam justos por 'conhecerem' a lei mosaica.
A atitude dos fariseus e dos escribas motivou a resposta de Cristo por intermédio das parábolas.
Quando Jesus ouviu as críticas dos fariseus e escribas sobre a atitude dele receber e comer com o povo (pecadores) foi proposta a parábola das cem ovelhas “Então...” (v. 3).

"Jesus direcionou a parábola das cem ovelhas aos escribas e fariseus"
Jesus questionou os fariseus e os escribas: “Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la?” ( Lc 15:4 ).
A ilustração (parábola) de Jesus é pertinente, pois o povo de Israel tradicionalmente era conhecido pelo cuidado com rebanhos de ovelhas. Davi era um pastor de ovelhas.
Qual seria o comportamento de qualquer um daqueles fariseus e escribas quando perdessem uma ovelha? É claro que deixariam o rebanho das ovelhas e sairiam à procura da desgarrada.
O fato de um pastor localizar uma só ovelha perdida é motivo de muita alegria. Alegria está que estende-se até os seus amigos e familiares: “Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida” ( Lc 15:6 ).
Após expor a parábola, Jesus demonstrou o seu objetivo: “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” ( Lc 17:7 ).
A parábola é um convite aos desgarrados ou uma reprimenda aqueles que se consideravam justos? Está bem nítido que Jesus estava reprimindo a atitude dos fariseus e escribas que murmuraram acerca de Jesus.
Como os escribas e fariseus haviam decorado os salmos, bem sabiam que não há um justo sequer sobre a face da terra ( Rm 3:10 e Sl 14:1 -3).
Jesus demonstra que a atitude deles era a de quem se achava justo, embora a Escritura demonstrasse que a condição deles não era a de justos perante Deus.
Quem se acha justo aos próprios olhos considera não ser preciso mudar de concepção. Os fariseus e escribas continuavam apegados a idéia de que eram salvos por serem descendentes de Abraão.
O elemento principal da parábola não está no fato da ovelha desgarrar-se, e sim, na alegria do pastor ao reencontrá-la! A parábola foi contada no intuito de ilustrar a alegria nos céus quando um pecador arrepende-se (deixando as suas concepções)!
A parábola demonstra a alegria do Redentor ao encontrar o pecador.
Enquanto os fariseus e escribas não reconhecessem que eram pecadores, era impossível terem um encontro com Jesus.
Muitos pecadores dentre o povo, e alguns cobradores de impostos eram a alegria do Bom Pastor, pois vinham a Jesus e se arrependiam.
Os fariseus e escribas, por se considerarem justos, fazem parte das 99 ovelhas que não trazem alegria aos céus, visto que não alcançam a salvação em Cristo.
Ao analisar a idéia da parábola, não é correto utilizá-la para fazer apelo aos desviados. Da mesma forma não é correto utilizá-la para motivar os cristãos ao evangelismo.
Esta parábola terá eficácia se o pregador demonstrar que todo aquele que não se arrepender dos seus pecados pertence ao grupo dos fariseus e escribas (o grupo das 99 ovelhas).
O pregador deve esclarecer os não crentes seguros na sua religião que o arrependimento (mudança de conceito) é a única maneira de se alcançar a Deus. Só através do arrependimento o pecador reconhece que precisa de um redentor. Através do arrependimento Deus estende o seu braço forte e salva o mais vil pecador.
O arrependimento é quanto aos conceitos que eles tinham. Os fariseus se achavam justos diante de Deus, e deviam arrepender-se deste conceito errôneo.
O pregador deve levar a idéia da parábola aos seus ouvintes, e não ficar estabelecendo relações entre pessoas e figuras pertinentes a parábola. Quando o pregador demonstrar as verdades que Jesus ensinava através das parábolas, haverá uma conscientização maior sobre o que é a salvação de Deus em Cristo.
O pecador perceberá que não adianta apontar as outras pessoas como sendo mais pecadoras que ele. O pecador perceberá que a sua conduta ilibada não o salvará. O pecador perceberá que não há desculpas ou justos diante de Deus, e acabará reconhecendo a sua condição.

Há alegria dos anjos diante de Deus quando um pecador se arrepende, e os cristãos devem saber que: a igreja de Deus é composta de ovelhas desgarradas, ou de homens que se arrependeram de seus conceitos. A igreja de Jesus produz alegria nos céus.
A parábola serve para ilustrar o que foi exposto no capítulo treze do evangelho de Lucas: "Pensais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas?" ( Lc 13:1 -

5).
Fica o alerta: há muitas mensagens que estamos acostumados a ouvir, porém, se você analisar o seu conteúdo, verá que ela não está em conformidade com a idéia bíblia.

"Uma mentira dita inúmeras vezes pode passar por verdade"
Aplique o que você aprendeu com a parábola das cem ovelhas às parábolas das dez dracmas e a do filho pródigo. Relacione estas parábolas com o que Jesus propôs a Nicodemos e com o exposto em Lucas 13.
Sara e Agar
Sara e Agar é alegoria das duas alianças: graça e lei respectivamente. Agar e seu filho alcançaram possessão no deserto de Parã, que fica na região do monte Sinai. Especificamente refere-se a um monte da Arábia, que é a Jerusalém atual. Todos os que estão debaixo da lei são escravos, pois são nascidos segundo a carne, e procuram uma possessão terrena. Já os que nascem da promessa, são filhos de Abraão pela fé em Cristo, e desejam uma possessão melhor, a Jerusalém que é livre, e é de cima ( Gl 4:26 ).
Sobre a alegoria apresentada por Paulo aos cristãos nas regiões da Galácia, não podemos esquecer que ela é focada em Sara e Agar.
Deus prometeu a Abraão que faria dele uma nação numerosa e que nele todas as famílias da terra seriam benditas.
De Abraão a Escritura diz que ele teve dois filhos: Ismael com a escrava e Isaque com a livre.
Os judeus consideravam serem descendentes de Abraão segundo a linhagem de Isaque. Por Isaque nascer segundo a promessa de Deus os judeus acreditavam que eram filhos de Deus por serem descendentes de Abraão e Isaque.
Paulo, porém, traz a lume o grande mistério desta passagem, e evidenciou o que os judaizantes não atinavam: foi Abraão que teve filhos, e não Deus ( Gl 4:22 ).
Ismael, um dos filhos de Abraão, foi gerado segundo a carne, segundo a vontade de Sara e Abraão. Com relação ao sangue, Ismael era filho de uma escrava, Agar, que somente podia gerar filhos para escravidão.
Diferente de Ismael, Isaque foi gerado segundo a promessa de Deus ( Gl 4:23 ).
É preciso observar que tanto Ismael como Isaque foram filhos de Abraão. O filho decorrente da promessa também era filho do pai Abraão, ou seja, filho nascido da vontade da carne, do sangue e da vontade de Abraão, porém, segundo a promessa de Deus.
Por que é preciso fazer esta distinção? Porque somente a mulher de Abraão, Sara, estava impossibilitada de gerar por causa da avançada idade. Observe que mesmo após a morte de Sara, Abraão teve concubinas e filhos ( Gn 25:1 -4).
Mesmo após serem justificados pela fé, todos os filhos de Abraão foram gerados segundo a carne. Somente o Descendente, que é Cristo, nasceu segundo a vontade de Deus e através do Espírito de Deus. Até mesmo Isaque, nascido segundo a promessa, através da operação do poder de Deus, era filho segundo a carne, segundo a vontade e sangue de Abraão.
Isaque era descendente de Abraão (filho), porém, para se tornar filho de Abraão (filho de Deus), precisou ter a mesma fé que teve o Pai Abraão, pois somente por meio da fé o homem alcança a filiação divina.
A promessa de Deus a Abraão repousa sobre o Descendente, que é Cristo, o filho Unigênito de Deus, e os seus filhos segundo a carne (descendentes) não são filhos de Deus.
Mas, o que Paulo procurou evidenciar através da alegoria fixa-se sobre as pessoas de Sara e Agar. Paulo apresenta as duas mulheres, Sara e Agar como sendo alegoria das duas alianças de Deus: a lei e a graça.
Deus prometeu uma nação numerosa e que todas as famílias da terra seriam benditas em Abraão. Mas, a alegoria não se fixa a promessa feita a Abraão, e sim, a promessa feita a Sara.
A promessa feita a Sara, e que Paulo evidência nesta alegoria diz: "EU a abençoarei, e dela te darei um filho" ( Gn 17:16 ), e ( Gn 18:10 ); "O Senhor visitou a Sara, como tinha dito, e lhe fez como havia prometido" ( Gn 21:1 ). Na alegoria apresentada por Paulo, o que deve ser destacado é a promessa de Deus à Sara.
Da promessa feita à Sara não surgiram filhos a Deus, como os judaizantes acreditavam, antes Deus disse a Abraão: "... em Isaque será chamada a tua descendência" ( Gn 21:12 ), que é Cristo.
A filiação divina decorre da promessa feita a Abraão, e é proveniente do Descendente, e não de Isaque. A promessa de Deus a Sara destaca-se pelo fato de ter sido concedido a ela poder para conceber um filho, embora avançada em idade "Pela fé, também, a própria Sara recebeu poder de conceber um filho, mesmo fora da idade, porque teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa" ( Hb 11:11 ).
Só através do Descendente, que é Cristo, torna-se possível gerar filhos para Deus. Filhos nascidos, não da carne, nem do sangue, e nem da vontade do varão, mas da vontade de Deus ( Jo 1:12 ). Para que os filhos de Deus sejam gerados, há a necessidade de nascerem da palavra e do Espírito de Deus. Nascer de Deus só é possível por meio da pregação do evangelho que é semente incorruptível e poder de Deus pela fé em Cristo.
A alegoria demonstra que Agar vincula-se ao monte Sinai, que corresponde à cidade de Jerusalém atual, visto que ela e Ismael habitaram antes de todos os israelitas no deserto de Parã ( Gn 21:21 ).
Como os judaizantes se gloriavam da lei, e da cidade de Jerusalém, Paulo demonstra que o único que teve possessão desde os pais, foi Ismael, o filho de Abraão com a escrava.
Da mesma forma que Ismael é alegoria para os que vivem sob a lei e estavam reduzidos à escravidão, Isaque também é alegoria para o cristão ( Gl 4:28 ).

Os cristãos são filhos da promessa como Isaque, pelos motivos seguintes:

Ambos nasceram por promessa. Isaque pela promessa feita a Abraão e Sara, e o Cristão pela promessa feita a Abraão, que se cumpriu no Descendente;

Isaque não teve e os cristãos não têm possessão permanente, uma vez que morreram na fé;

Isaque confessou e os cristãos confessam que são peregrinos e estrangeiros na terra;

Tanto Isaque, quanto os cristão desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial ( Hb 11:13 -16).

Sara e Agar é alegoria das duas alianças: graça e lei respectivamente. Agar e seu filho alcançaram possessão no deserto de Parã, que fica na região do monte Sinai. Especificamente refere-se a um monte da Arábia, que é a Jerusalém atual.

Todos os que estão debaixo da lei são escravos, pois são nascidos segundo a carne, e procuram uma possessão terrena. Já os que nascem da promessa, são filhos de Abraão pela fé em Cristo, e desejam uma possessão melhor, a Jerusalém que é livre, e é de cima ( Gl 4:26 ).

Os judaizantes se esquecem da palavra de Sara que protesta contra os filhos da escrava Agar: "...o filho desta escrava não herdará com o meu filho Isaque" ( Gn 21:10 ).

Os judeus acreditavam que eram filhos de Deus por ser Isaque filho da promessa. Porém, não observaram que Isaque era filho da promessa que foi feita à Sara, e que a promessa de filiação divina somente é possível pela fé em Deus, que prometeu o seu Filho, o Descendente.

Não podemos esquecer-nos da comparação estabelecida: "Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como Isaque" (v. 28). Isaque nasceu da promessa feita à Sara, e o Cristão por meio da promessa feita a Abraão. Desta forma somos filhos da promessa como Isaque, o que se entende alegoricamente. Por quê? Porque Isaque nasceu segundo a promessa, fidelidade e poder de Deus, e os cristãos através da união com o Descendente. Nascem também segundo a promessa feita a Abraão, pois Deus é fiel e concede a sua palavra, que é poder de Deus para todos quantos crêem, para serem feitos filhos de Deus ( Jo 1:12 ; Rm 1:16 ).
O cristão é filho da promessa como Isaque, e não em Isaque, como os que esperavam ser justificados pela lei compreendiam.
Vitória sobre Satanás

Você obteve vitória sobre o mundo e sobre a velha natureza por fazer parte da família de Deus. Você é mais que vencedor por Aquele que te amou. Mas, como resistir ao diabo?

Quando você creu em Cristo, você nasceu de novo e tornou-se um dos filhos de Deus ( Gl 3:26 ). Você foi gerado de novo de uma semente incorruptível, a palavra de Deus ( 1Pe 1:3 e 23).
Deus é Luz, e não há nele trevas alguma, e você é filho da luz "Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas" ( 1Ts 5:5 ).
Nada neste mundo pode afastá-lo da nova condição em Cristo "Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor" ( Rm 8:38 -39).
Ou seja, nenhuma criatura (inclusive Satanás) tem o poder de afastar os cristãos de Deus. Em todas as coisas enumeradas pelo apóstolo (acusações, condenações, tribulações, angustias, perseguições, fome, nudez, perigo, espada, etc), os nascidos de novo são mais que vitoriosos em Deus ( Rm 8:33 -37).

Satanás não pode afastar o homem de Deus, porém, o homem pode afastar-se de Deus. Como?
No jardim do Éden Satanás tentou o homem, mas Ele não tinha poder sobre o homem para fazê-lo transgredir.
Foi o homem que, de livre e espontânea vontade, ao analisar os benefícios que poderia obter da árvore do conhecimento do bem e do mal, lançou mão da árvore e comeu "Vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento..." ( Gn 3:6 ). O homem esqueceu-se do alerta de Deus e guiou-se através dos seus sentidos.
O homem passou a confiar em seus sentidos e desprezou a palavra de Deus. Ao comer da árvore do conhecimento do bem e do mal o homem pecou contra o seu Criador. A relação de amizade entre Deus e a criatura foi comprometida.
A condição de inimizade com Deus (pecado) propagou-se a todos os seus descendentes, e é por isso que a bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.
Ao tentar o homem Satanás sabia que não tinha poder para obrigar o homem a transgredir, porém, sabia que somente a criatura pode distanciar-se do seu Criador. Isto havia acontecido com ele. Não foi Deus quem rejeitou a Satanás, antes, Satanás lançou-se da presença de Deus.

Qual era a ação de Satanás antes de você conhecer a verdade do evangelho?
O trabalho de Satanás com os incrédulos é cegá-los "Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus" ( 2Co 4:4 ).
Embora Deus já tenha preparado salvação poderosa o bastante a todos os homens, eles permanecem na condição de inimigos de Deus pela ignorância que há neles "Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração" ( Ef 4:18 ).
A ação de Satanás é voltada para comprometer o entendimento dos homens sem Deus, para que eles não sejam alcançados pela verdade do evangelho. Eles ignoram o amor de Deus, uma vez que ainda não lhes resplandeceu a luz do evangelho.

Como Satanás cega o entendimento dos homens sem Deus?
Satanás sabe que o homem guia-se pelos seus sentidos, uma vez que Adão e Eva portaram-se desta maneira no Éden. Satanás procura fazer com que os homens permaneçam guiados pelos seus sentidos, seguindo o coração perverso herdado em Adão.
Os homens são levados a não perceber que trilham um caminho de morte. Todos seguem o caminho espaçoso que conduz a perdição, porém, quando comparam a conduta uns dos outros, consideram que aqueles que buscam uma vida integra serão salvos, e que, os desregrados estão perdidos.
Os homens que vivem dissolutamente, cometendo toda sorte de torpezas, pensam que as suas condutas os faz inimigos (separados) de Deus. Já os que seguem todas as regras sociais e morais pensam que, por segui-las, poderão barganhar com Deus a salvação.
Satanás não lhes deixa chegar a luz do evangelho, para que permaneçam enlaçados no seu engano que ocorreu no Éden.
Não é o comportamento dos homens que os fez desagradáveis ou que os fará agradáveis a Deus.
O nascimento através da semente corruptível de Adão já os tornou desagradáveis, e somente através do novo nascimento o homem é agradável a Deus. Os homens nascem em pecado, e não importa o bem e o mal que façam, e isto não lhes melhorará a condição diante de Deus: estão mortos em delitos e pecados.
Quando você está em Cristo e alcança a condição de agradável a Deus, a luz do evangelho resplandece e desfaz a ignorância proveniente de Satanás. Você compreende que a única forma de o homem ter acesso a Deus é pelo novo e vivo caminho Hb 10: 20.
Depois disso, o nascido de Deus precisa conhecer quais são os ardis de Satanás, para que possa permanecer firme nos dias maus.
Ora, o ardil de Satanás está em falsificar a palavra de Deus, pois é através dela que você tem vida ( 2Co 2:17 ). Ele procura fazer com que o cristão não guarde o modelo das sãs palavras do evangelho "Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus" ( 2Tm 1:13 ); "Ora, irmãos, desejo lembrar-vos o evangelho que já vos tenho anunciado, o qual recebestes e no qual permaneceis, pelo qual também sois salvos se o retendes tal como vo-lo anunciei" ( 2Co 15:1 -2 ).
Lembrando: Você é nascido de Deus e já venceu o maligno, porém, não deve ignorar os ardis de Satanás "Porque não ignoramos os seus ardis" ( 2Co 2:11 ). Você deve observar com maior diligência aquilo que já ouviu, para que em tempo algum venha a desviar-se da palavra da verdade do evangelho ( Hb 2:1 ).
Nada pode separá-lo do amor de Deus, pois as portas do inferno não prevalecem contra o corpo de Cristo, e você faz parte deste corpo ( Mt 16:18 ). Maior é o que está conosco do que aquele que está no mundo ( 1Jo 4:4 ).
O seu cuidado deve estar em prosseguir em conhecer ao Senhor por meio da sua palavra "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo" ( Ef 6:11 ). O cristão deve estar fortalecido em Deus, e na força do seu poder, que é o evangelho ( Ef 6:10 com Rm 1:16 ; 1Co 1:18 ). É preciso reter a verdade do evangelho conforme anunciado na Escritura ( 2Co 15:1 -2).
A concepção de mundo do cristão deve ser conforme a verdade do evangelho, pois, se for de outro modo, é preciso o arrependimento (mudança de conceito) "Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade, E tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em que a vontade dele estão presos" ( 2Tm 2:25 -26).
A segurança do cristão está no poder de Deus, e não em si mesmo, pois do contrário poderá ensoberbecer-se contra o seu irmão em Cristo, pois este é o engano do diabo (soberba). Somente o conhecimento de Deus livra o homem da queda proveniente das astutas ciladas do inimigo.
Você é um novo homem, regenerado, e trilha um novo e vivo caminho. Mas, a astúcia do diabo está em tentar fazer com que você se guie novamente através dos seus sentidos, com base no conhecimento proveniente da árvore do conhecimento do bem e do mal, e não segundo o conhecimento de Deus, que é a luz do evangelho.
Cuidado quando apresentarem a você outro evangelho pautado em boas ações, pois elas não conduzem o homem a Deus Hb 10: 20. Cuidado com as mensagens que apontam os deslize do homem como elementos que afastam o homem de Deus. Este é um ardil de Satanás, e se você abandonar a simplicidade do evangelho estará trazendo sobre si repentina condenação ( 2Co 11:3 ).
Quais são os riscos que Satanás representa àqueles que estão em comunhão com Deus? Embora Satanás não possa roubar ou extinguir a vida de Deus em você, ele possui 'ardis' para que você novamente comprometa a sua relação com Deus.

E quais são estes ardis?
Mudar o foco da palavra de Deus - Deus disse ao homem que poderia comer de todas as árvores do jardim livremente (liberdade) "De toda a árvore do jardim comerás livremente..." ( Gn 2:16 ), e Satanás enfatizou a proibição: "É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?" ( Gn 3:1 );
Distorcer a idéia da palavra de Deus - Embora o Salmo 91 seja um salmo messiânico, Satanás propôs a Cristo tentar a Deus, a pretexto de provar a sua filiação divina ( Mt 4:6 );
Comprometer a compreensão da palavra de Deus - A compreensão da palavra de Deus é essencial à nova vida, e a ação de Satanás é arrebatar o que é anunciado ( Mt 13:19 );
A verdade do evangelho demonstra que todos os homens são pecadores por nascerem de Adão, e que é preciso nascer de novo através de Cristo, o último Adão, para livrar-se da semente corruptível de Adão, tornando-se filhos de Deus.
Adão e Cristo são cabeças de duas gerações de homens. Adão é o cabeça da raça humana que é constituída de homens carnais, e Jesus, o cabeça de uma geração de homens espirituais ( 1Co 15:45 e 49).
A bíblia demonstra que o homem é pecador por ser descendente de Adão (filho da ira e da desobediência). O homem sem Cristo peca porque é servo do pecado, e não dispõe de meios para mudar está condição, a não ser que Deus o redima através do novo nascimento.
Enquanto Deus demonstra através da sua palavra que a morte, a condenação e a ira veio sobre todos os homens por causa da desobediência de Adão, o diabo utiliza o ardil de apontar a conduta do homem como a fonte de todos os males.
Enquanto Jesus demonstra que do coração dos homens é que procede toda sorte de males, ou seja, o coração do homem é corrupto segundo a natureza pecaminosa herdada de Adão, os fariseus e escribas focavam o comportamento dos homens como sendo a raiz da malignidade ( Mt 15:18 -20).
O diabo foi vencido por Cristo na cruz, e você é vencedor por Cristo. Permaneça de posse desta vitória retendo a verdade do evangelho tal qual é anunciado na Escritura ( 2Co 15:2 ). E para isso, 'tomai toda a armadura de Deus' ( Ef 6:13 ).
  O Primeiro e o último Adão


O ritualismo, o formalismo e o legalismo são ferramentas utilizadas para caracterizar devoção religiosa. Criam mecanismos para medirem e serem medidos e forçam outros a seguirem o que preceituam como necessário à salvação. Estabelecem padrões de justiça e santidade a ser seguido. Procuram lições provenientes do paganismo e das filosofias humanas.


"Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante" ( 1Co 15:45 )

Adão e Cristo são os dois personagens de maior importância para a interpretação bíblica.

Grande parte das parábolas de Jesus e das figuras do Novo Testamento são referências específicas aos eventos no Éden e da cruz. Muitas figuras e parábolas ilustram as conseqüências destes eventos para a humanidade.

Um exemplo é a parábola dos 'Dois Caminhos', que, implicitamente, faz referência as conseqüências decorrentes dos eventos que sucederam no Éden e na cruz.

Observe: Adão foi feito (criado) alma vivente e participante da vida que há em Deus, porém, após desobedecer à determinação divina passou a condição de morto para Deus. A 'nova' condição de Adão após a queda passou a ser de sujeição ao pecado pela natureza adquirida.

A sujeição ao pecado deixou Adão em inimizade com Deus, e por causa da condenação deixou de ser participante da vida que há em Deus, passando a viver para o mundo e suas concupiscências (morto para Deus e vivo para o mundo).

Todos os nascidos de Adão (nascidos da carne, vontade do varão e do sangue) passaram a condição de filhos da ira e da desobediência. Desta forma todos os homens passaram a estar destituídos da glória de Deus, pois todos pecaram.

Esta condição pertinente à toda humanidade é ilustrada através da parábola das duas portas e dos dois caminhos, ou seja, todos os homens ao nascerem, por serem descendentes de Adão, entram pela porta larga, e seguem pelo caminho espaçoso que conduz à perdição ( Mt 7:13 ).

Em Adão todos os homens morreram e destituídos estão da glória de Deus. Em Adão, a 'porta larga', todos os homens seguem o caminho de perdição. Todos os homens morreram em Adão e passaram a viver para o pecado, para o maligno e para o mundo.

Porém, através do último Adão, que por Deus constitui-se espírito vivificante, todos os que crêem entram pela porta estreita, ou seja, nascem de novo. São criados por Deus em verdadeira justiça e santidade, segundo o poder concedido através do evangelho, sendo feitos (criados) filhos de Deus ( Jo 1:12 ).

Passam a trilhar o caminho estreito que conduz à vida. O caminho é estreito porque poucos entram por ele, ou seja, quando se fala em quantidade, muitos vem ao mundo segundo Adão, e poucos são os que crêem para a salvação, segundo o último Adão, que é Cristo.

Em números absolutos, em Adão todos morreram, e em Cristo, o último Adão, todos quantos crerem também morre. Em Adão toda a humanidade morreu e passou a viver para o mundo, em Cristo, o último Adão, todos os que crêem, morrem para o pecado, para o maligno e para o mundo, e são de novo criados, e passam a viver para Deus. Amém.

Outro exemplo é a figura dos "vasos", conforme Paulo escreveu aos Romanos, veja: "Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?" ( Rm 9:21 ). Como entender esta figura apresentada por Paulo?

Sabemos que Deus é o oleiro, e é Ele que detém o poder sobre o barro, que é o homem. Todos os homens decorrem de uma mesma massa, ou seja, todos são alma viventes conforme Adão.

Todos os homens que vêem ao mundo são criados pelo poder de Deus, porém, por serem descendentes de Adão, todos são feitos vasos para desonra. Todos os descendentes de Adão são vasos para ira, preparados para perdição. Através deles Deus demonstra a sua ira, e dá a conhecer o seu poder, suportando-os com muita paciência.

Deus chama pacientemente os vasos preparados para a ira a fim de torná-los vasos para honra, ou seja, o evangelho é o chamado de Deus a todos os homens nascidos segundo Adão. Todos os cristãos foram chamados por Deus, e neles é demonstrado o poder de Deus e as riquezas de sua graça. Todos os que são chamados e crêem são os vasos de misericórdia, e, portanto, vasos para a honra.

Observe que, tanto os nascidos em Adão e os nascidos em Cristo constituem-se vasos e são formados da mesma massa como nos afirma "Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual" ( 1Co 15:46 ). Todos os homens precisam ser feitos almas viventes (homem natural), para depois serem criados espirituais (homem espiritual).

Quando criados, os homens naturais passam à condição de escravos do pecado, por causa do pecado de Adão. Percebe-se então que, o grande diferencial é, os nascidos segundo Adão são vasos para a desonra, e os nascidos em Cristo são vasos para honra.

Quando o leitor não compreende a verdade sobre os eventos da cruz e do Éden, acaba por interpretar a bíblia erroneamente. Ao deparar-se com parábolas e ilustrações como as apresentadas acima terão um entendimento segundo a concepção humana, e permanecerá enfatuado, segundo uma carnal compreensão.

Muitos interpretam que a porta é larga porque as pessoas do mundo estão entregues aos prazeres, são sensuais, céticas e criminosas. Entendem que a porta é larga por não apresentar 'dificuldades' ou condições para entrada. Entendem que o caminho estreito está diretamente relacionado com dificuldades, proibições, restrições de ordem moral, comportamental e religiosa.

Entendem que, para trilhar o caminho estreito, ou que, para entrar pela porta estreita basta seguir preceitos religiosos, cumprir leis nacionais, ou seguir filosofias de vida.

Diante deste entrave surgem muitas religiões, igrejas e denominações. Avolumam-se os discursos sobre disciplina, sofrimento, penitências, orações, rezas, moralidade, santidade, serviço, pró-atividade. As qualidades procedentes do ego humano são louvadas insistentemente, como: coragem, determinação, empenho, disciplina, resignação, etc.

O ritualismo, o formalismo e o legalismo são ferramentas utilizadas para caracterizar devoção religiosa. Criam mecanismos para medirem e serem medidos e forçam outros a seguirem o que preceituam como necessário à salvação. Estabelecem padrões de justiça e santidade a ser seguido. Procuram lições provenientes do paganismo e das filosofias humanas.

Esquecem de observar o que Jesus disse a Nicodemos: "Em verdade, em verdade te digo que quem não nascer de novo, não pode ver o reino dos céus" ( Jo 3:3 ). Não observam que o 'melhor' da religião, da lei, da moral, do comportamento não faz o homem agradável a Deus, e, por tanto, esquecem também a recomendação de Jesus a um dos mestres do judaísmo: nascer de novo.

O mundo ainda continua apegado a elementos fracos e pobres, que não pode livrar o homem da condição de sujeição ao pecado ( Gl 4:9 -10).

O apóstolo Paulo demonstra estar consciente das conseqüências decorrente da desobediência de Adão e da obediência de Cristo ao escrever aos cristãos de Corinto ( 1Co 15:45 -50).

Ao escrever a Timóteo, Paulo alerta sobre este pretenso 'evangelho': "Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos alguns apostatarão da fé (...) que proíbem o casamento, e ordenam a abstinência de

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

DIA 04 DE DEZEMBRO PASTOR MARCO FELICIANO NA ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTÉRIO DO BELÉM EM SANTOS !!!

                    Atenção Baixada Santista
                     Dia 04 de Dezembro de 2009  

           Pastor Marco Feliciano Aqui em Santos:


     Templo Sede da Assembléia de Deus Ministério do Belém em Santos
 Endereço: Av, Siqueira Campos,161 Macuco - Santos/SP


Pastor Marco Feliciano esteve Pregando a Palavra de Deus em Dezembro de 2007
na  Sede do Belém em Santos


Em Dezembro de 2007 a Multidão Superlotou o Grande Templo que se tornou pequeno veja na foto acima !