segunda-feira, 5 de abril de 2010

O Arrebatamento da Igreja


TEXTO:   1 Ts 4.13-18
INTRODUÇÃO
Quando a Bíblia fala da vinda do Senhor Jesus, o assunto aparece como um só evento. Mas no seu contexto doutrinário, ela tem duas etapas distintas. A primeira invisível para o mundo, é o arrebatamento da Igreja; a segunda, visível, fala da vinda de Jesus em gloria, especialmente para Israel (Ap 1.8; Zc 14.4)

I. ESCOLA DE INTERPRETAÇÃO
Existem três escolas distintas de interpretação a respeito do arrebatamento da Igreja. Elas abrem espaço para entendermos como e quando ocorrerá esse grandioso evento.
1. Pós tribulacionista. Essa escola interpreta que a Igreja remida por Cristo passará pela Grande Tribulação.
2. Midi tribulacionista. Ensina que a Igreja entrará no período da Grande Tribulação até a sua metade. Seus interpretes se baseiam numa interpretação isolada de Dn 9.27, cujo texto fala que depois do opressor firmar um concerto com Israel por uma semana, “na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares”.
3. Pré tribulacionista. Podemos começar entendendo essa escola de interpretação com as palavras de Paulo aos tessalonicenses, quando escreveu; “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo”, 1 Ts 5.9. Ensina que o arrebatamento da Igreja ocorrerá antes que se inicie o período da Grande Tribulação. É uma interpretação que honra as Sagradas Escrituras e ajusta se devidamente à esperança cristã da volta do Senhor nos ares.

II. DUAS PALAVRAS GREGAS RELATIVAS AO ARREBATAMENTO
Encontramos varias palavras no grego do Novo Testamento relativas ao arrebatamento que podem aclarar nosso entendimento acerca do arrebatamento. Destacaremos duas palavras principais:
1. Parousia. Literalmente quer dizer “presença”, “chegada rápida”, “visita”. É a palavra mais frequentemente usada nas Escrituras para descrever o retorno de Cristo, pois ocorre 24 vezes. Seu sentido é abrangente porque não define apenas a volta de Cristo ate ou sobre as nuvens, mas em outras vezes se refere à Sua volta pessoa à Terra (1 Co 15.23; 1Ts 2.19; 1Ts 4.15; 5.23; 2 Ts 2.1; Tg 5.7,8; 2 Pe 3.4). Portanto, o sentido é geral e não especifico. A ênfase maior é dada à vinda corporal e visível de Cristo.
2. Epiphanéia. Literalmente significa “manifestação”, “vir à luz”, “resplandecer” ou “brilhar”. O sentido é mais especifico, porque se refere especialmente à vinda sobre as nuvens. É a volta pessoal de Cristo à Terra que acontecerá com uma manifestação visível e gloriosa (2 Ts 2.8; 1 Tm 6.14; 2 Tm 4.6-8). Parousia é abrangente e pode referir se tanto à vinda de Cristo para a Igreja como para o mundo. Entretanto, epiphanéia é um termo que especifica a volta de Cristo à Terra de modo mais direto, porque diz respeito à sua manifestação pessoal ao mundo.
3. A diferença entre as duas etapas. Referente ao arrebatamento, Cristo virá até ou sobre as nuvens (1 Ts 4.17). Será de modo invisível para a Terra, porque virá para os seus santos nos ares. Em relação à manifestação pessoal de Cristo na Terra, Ele virá sobre as nuvens, de modo visível e com os seus santos (Cl 3.4).
No primeiro evento (ou fase), Cristo, pelo poder de Sua Palavra e com voz de arcanjo, arrebatara, num abrir e fechar de olhos, a Igreja remida pelo Seu sangue (1 Co 15.52). Esse arrebatamento acontecerá antes que venha o Anticristo e instale o seu domínio sobre a terra por sete anos.
No segundo evento (ou fase) da volta de Cristo acontecerá no final dos sete anos de Grande Tribulação, quando Ele irá destruir o domínio do Anticristo e instalar seu reino de mil anos (Ap 19.11; 20.1-6).

III. PARTICIPANTES DO ARREBATAMENTO DA IGREJA
1. O próprio Senhor Jesus Cristo. Diz a Escritura: “Porque o mesmo Senhor… descerá do céu” (1 Ts 4.16). O apostolo Paulo da ênfase ao senhorio de Jesus conquistado no Calvário quando diz: “o mesmo Senhor”. Os vivos em Cristo e os mortos salvos receberão a ordem de comando do próprio Senhor Jesus Cristo.
2. O arcanjo. A tradução do texto diverge na forma, mas não anula o fato conforme está escrito: “à voz do arcanjo” ou “com voz de arcanjo” (1 Ts 4.16). O texto de Daniel indica que o arcanjo Miguel participará do evento da segunda vinda de Cristo (Dn 12.1), mui especialmente da epiphanéia, quando Cristo, rodeado de exércitos celestiais, descerá sobre a Terra, no monte das Oliveiras (Zc 14.3,4; Ap 1.6,7). Porem no evento do arrebatamento da Igreja, a participação do arcanjo será efetuada pela voz de comando e chamamento, a qual será ouvida apenas pelos remidos.
3. Os mortos em Cristo. Naquele dia, os mortos e os vivos em Cristo ouvirão a voz de chamamento da trombeta do Senhor pelo arcanjo, e “num abrir e fechar de olhos” (1 Co 15.51,52), estarão na presença do Senhor nos ares, com corpos glorificados. A palavra “mortos” diz respeito aos santos que ressuscitarão com corpos transformados em corpo espiritual (soma pneumatikon), enquanto que, os corpos dos ímpios permanecerão em suas sepulturas ate o dia do Juízo Final (Ap 20.12). Assim como Cristo ressuscitou corporalmente, também, os crentes salvos ressuscitarão corporalmente (Lc 24.39; At 7.55,56). Na lição referente à ressurreição tratamos sobre a natureza dos corpos ressurretos.
4. Os vivos preparados. O mesmo poder transformador operado nos corpos dos que morreram no Senhor atuará nos corpos dos crentes vivos naquele dia. Aos tessalonicenses, Paulo declarou: “depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados” (1 Ts 4.17); e aos coríntios, também, disse: “nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados” (1 Co 15.51). Quase que simultaneamente à ressurreição dos mortos em Cristo naquele momento, os vivos em Cristo também ouvirão a voz do arcanjo, e num tempo incontável, serão transformados e arrebatados ao encontro do Senhor nos ares. Os corpos mortais serão revestidos de imortalidade, porque nada terreno ou mortal poderá entrar na presença de deus. Será o poder do espírito sobre a matéria, do incorruptível sobre o corruptível (1 Co 15.53,54). O arrebatamento dos vivos implica livra los do período terrível da Grande Tribulação.

IV. ELEMENTOS ESPECIAIS DO ARREBATAMENTO
Alguns elementos especiais e misteriosos indicam a natureza e procedimento do arrebatamento da Igreja na vinda do Senhor.
1. Surpresa. Esse elemento é rejeitado por alguns grupos que entendem que não haverá dois eventos distintos; o arrebatamento da Igreja e a vinda pessoal de Cristo. Ora, o que a Bíblia nos ensina é que, a Igreja, constituída pelos mortos e vivos em Cristo, se encontrarão nas nuvens com o Senhor. Se por alguns a idéia da surpresa é rejeitada, uma grande maioria crista prefere o que declara as Escrituras que destacam o elemento surpresa (Tt 2.13; Mt 24.35,36, 42,44; 25.13). Esse elemento é fundamental porque a Igreja vive na esperança da vinda do Senhor.
2. Invisibilidade (1 Ts 4.17). Por que será um evento invisível e para quem? Será invisível para o mundo material porque os arrebatados serão constituídos somente dos transformados. A transformação será tão parida, que nenhum instrumento cronológico terá condição de perceber ou marcar o tempo. Quando o crente conquistar esse corpo imaterial, a matéria perdera totalmente sua força (1 Co 15.43,44,49,51,53).
3. Imaterialidade (1 Co 15.42,52,53). Na verdade, a transformação que ocorrera na vinda do Senhor será extraordinária e gloriosa, pois o que é material se revestira do imaterial, o corruptível do incorruptível. Todas as limitações da matéria serão anuladas completamente, pois, literalmente, nossos corpos serão revestidos de espiritualidade.
4. Velocidade (1 Co 15.52). Para tentar explicar a velocidade do evento, Paulo usou o termo grego átomos, que aparece no texto sagrado pela expressão “num momento”, cujo sentido literal é indivisível (quanto ao tempo, aqui). A palavra átomos era usada para denotar “algo impossível de ser cortado ou dividido”. Também encontramos outras expressões bíblicas para denotar velocidade, tais como “abrir e fechar de olhos”, ou “piscar de olhos”. Mesmo em época avançada e de tecnologia, nada poderá contar e detectar o momento do milagre do arrebatamento da Igreja.

CONCLUSÃO
Estudar e meditar sobre o arrebatamento da Igreja promove nos remidos a fé e a esperança na vinda do Senhor. Porém estamos certos pela palavra de Deus que o arrebatamento da Igreja será sim, antes da grande tribulação.Veja o que diz em 2ª Ts. 2.6,7;(existe alguém que está no meio e impede que ele o anticristo se manifeste, veja que o mistério da injustiça já está operando no mundo. 
O mundo está pronto para receber o anticristo mas é impedido porque alguém especial está aqui na terra, por isso ele não pode se manifestar porque alguém que está aqui na terra o detén, o resiste, até que do meio seja tirado, isto se refere ao Espírito Santo e a Igreja que está aqui, e por isso o iníquo não pode ser revelado ou manifesto. 
Não nos preocupamos demasiadamente com as varias teorias de interpretação sobre o arrebatamento  permaneçamos, sim, atentos ao fato de que Jesus virá. Devemos estar preparados para encontrar com o Senhor .

12 comentários:

  1. Aprendendo com o Evangelho: não vos compete penetrar os mistérios que estão nos desígnios de Deus... Quanta hora, dia, mes e ano ninguem sabe... nem mesmo anjos... e nem tampouco o filho... unicamente o Pai é que sabe estas coisas...

    Agora vos competem: quereis ser o maior no reino celeste, então procurem servir as pessoas com amor cristão...

    Não procurem espalhar pânicos entre as pessoas, porque Jesus ensinou humildade, compreensão, e equilibrio nas coisas espirituais, pois quem estivesse sobre o telhado, não desça a tirar alguma coisa de sua casa (Mt 24. 17). E mesmo porque muitos são os chamados, porém poucos os escolhidos...

    Nos trabalhos de Jesus: quem a si mesmo se exaltar, será rebaixado na vida celestial...

    Não façam especulações... mesmo porque nem os proprios discipulos de Jesus, que conviveram diretamente com Ele, tinham consciencia da verdadeira missão de edificação cristã para a alma humana: vide interposição de Pedro criando obstáculos, quando Jesus se dirigia para Jerusalém afim de sofrer o seu calvário.

    FINALMENTE IRMAOS... vamos arregaçar a manga da camisa e viver o Evangellho com consciencia cristã, e não somente com palavras...

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  2. FORA DO CORPO – Além do Plano Carnal

    “Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos (se no corpo, não sei; se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até a terceira dimensão celeste. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei, Deus o sabe)... Foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inexprimíveis”...

    (Apóstolo Paulo II Coríntios 12.1 a 10) Bíblia sagrada



    A capacidade de projetar-se mentalmente para fora do corpo carnal, e sentir as interações da vida extrafísica, é tão antiga quanto o ciclo do sono fisiológico e, a consciência continuar de forma ativamente lúcida processando os sonhos nas suas mais variadas freqüências pelos canais de força da mente.

    Nestas anotações o apóstolo Paulo se reporta a uma de suas visões em espírito além dos sentidos do plano carnal, experiência essa ocorrida na sua vida intima há mais de 14 anos, quando se dera a sua iniciação evangélica aos ideais do Cristo. Pois como é do conhecimento de todos Paulo era descendente de família de classe rica e que seguia as tradições rigorosas do judaísmo. E, quando se convertera ao cristianismo, Paulo fora deserdado por seu genitor, que não aceitando a sua mudança de atitude aos novos princípios da fé, chegara ao extremo de expulsá-lo do lar paterno...

    Paulo estando sozinho e angustiado ao relento em uma das cavernas nas proximidades da cidade de Tarso, em certa noite estrelada quando se prepara para dormir, após as meditações saudáveis, a sua alma se desliga conscientemente do corpo carnal e adentra o mundo espiritual, que vibra em outra dimensão, na dimensão extrafisica. E assim Paulo tem intercambio educativo e maravilhoso com os seres espirituais que vivem nos planos celestes e que inspiram os seres humanos encarnados, em nome de Deus. Paulo nestes conhecimentos teve a certeza do amparo invisível dos agentes espirituais protetores. Desse glorioso experimento o apóstolo Paulo extraiu conclusões edificantes e consideráveis referentes ao corpo espiritual proposto na epístola de primeiro Coríntios, capítulo 15, versículos 44 a 50 – Bíblia sagrada.


    Maiores informações desses relatos do apóstolo Paulo, ler a obra intitulada Paulo e Estevão, psicografia de Francisco Candido Xavier.

    do livro: Além do Plano Carnal
    Abrahão Ribeiro (autor)
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  3. O ARREBATAMENTO “DA IGREJA”

    Inúmeros líderes de Igrejas cristãs da atualidade, de variados entendimentos bíblicos teológicos, se proclamam autênticos seguidores da moral evangélica do Cristo e, por conseguinte, idealizam que as SUAS IGREJAS, EM PARTICULAR, serão arrebatadas fisicamente do ambiente terrestre nos transes das grandes tribulações humanas que sobrevêm nos finais de ciclos para desfrutar diretamente, sem nenhum esforço coletivo, as bodas do Cordeiro no reino celestial. Eximindo-se assim numa atitude egoística de exemplificar perante os demais irmãos da humanidade aquilo que Jesus mais fez questão de ensinar e vivenciar na sua jornada terrestre: A PACIENCIA E RESIGNAÇÃO NAS TRIBULAÇÕES DA VIDA HUMANA.

    São decorridos mais de XX séculos em que árvore do cristianismo abriga sob a sua sombra benéfica as almas humanas, ensinando sob figuras de linguagem os mistérios da imortalidade para além do plano físico terrestre. Essa árvore para chegar frondosa aos nossos atuais dias sofreu ao longo dos séculos os embates da má vontade humana, em forma de tribulações cruciais às suas primeiras sementes, mutilações na formação dos seus primitivos ramos, destruição e queimadas nos seus galhos iniciais.

    Muitos líderes atuais dessas Igrejas modernas desconhecem, ou fingem desconhecer, os martírios e tribulações pelos quais passaram os trabalhadores da boa nova dos primeiros séculos de cristianismo, ignorando assim sem racionalizar com integridade, a labuta do crescimento da árvore cristã para chegar aos nossos dias.
    Utilizando uma figura de linguagem bem simples: aderem ao movimento evangélico que leva a bagagem de mais XX séculos de biografias das sociedades terrestres, e sem reflexionar o pão que “o diabo” da alma humana amassou (distante do bem) em rejeição à pureza aos princípios da vivência cristã.

    Aqui abrimos um parágrafo de reflexão para ajudar irmãos de embrionário entendimento que se julgam inclusos em arrebatamentos em corpo físico direto para o reino celestial, descaracterizando a mensagem viva da cruz, do trabalho nobre, do sacrifício pessoal, da perseverança no bem, da humildade e simplicidade nas coisas espirituais, COM JESUS: aquele que quiser ser o maior, então que seja o servo de todos; quem a si mesmo se exaltar, será rebaixo na vida celestial; e os últimos é que realmente serão os primeiros...


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  4. CONHECEREIS A VERDADE, parte 1

    As primeiras TRIBULAÇÕES aos ideais do Cristo foram encabeçadas por Herodes, governador da Judéia, após receber a visita dos astrólogos que estavam na busca de localizar a cidade onde o menino Jesus havia nascido. E Herodes temendo o seu futuro político, baixou um decreto e autorizou a mortandade de todas as crianças do sexo masculino com até dois anos de idade (Mateus 2. 16).

    Quando Jesus completou 30 anos começou a sofrer perseguições do Sinédrio, Templo de Jerusalém, onde se praticava a religião mosaica com base no Antigo Testamento das escrituras. O Sinédrio comandava a religião dominante nessa época, na Judéia, e sentiu-se abalado em sua estrutura íntima pela moral que Jesus propagava e vivenciava diante do povo. Os Sacerdotes liderados por Caifás resolveram então promover aflições aos ideais de Jesus, e essas perseguições foram intensas que culminou no desfecho da condenação e crucificação de Jesus. De fato Jesus foi condenado à morte na cruz por acusação da Religião na figura dos Sacerdotes de Jerusalém; e pelo Poder Político que simplesmente lavou as mãos diante das exigências impostas pelo Sinédrio, e que influenciou a massa popular para aplaudir esse ato bárbaro.

    Três cruzes se erguem no alto do monte, naquela sexta feira do ano 33 em que se consumou a ação da condenação de Jesus. Alguém que contemplasse a imagem do crucificado apenas pela visão carnal, abandonado pelos seus seguidores e amigos mais íntimos, e perseguido pelos influentes que executavam a religião dominante da época: os fariseus e saduceus; e também ignorado pelas autoridades políticas que simplesmente lavaram as mãos para um ato desprezível, a crucificação de Jesus como um malfeitor rebelde. Alguém certamente diria: ali jaz um carpinteiro visionário derrotado. Porém, àqueles que têm olhos para ver e ouvidos para entender além dos sentidos puramente materiais, saberiam que no martírio de Jesus fora descortinado uma luz imorredoura para todos os séculos da vida terrestre, e que no plano oculto do invisível essa luz iria trabalhar ativamente iluminando a escuridão mental na qual vagavam as consciências humanas por longos séculos.

    Após a morte física de Jesus as perseguições continuaram sendo destinados aos Apóstolos, com a finalidade de desestruturar os seguidores do Mestre, e tudo isso instituído pelo Sinédrio, onde o jovem Saulo foi um carrasco cruel, até a sua conversão às portas da cidade de Damasco - Síria. Quando em visão espiritual (ARREBATAMENTO) vislumbra em êxtase, o espírito de Jesus ressuscitado (Atos 9. 1 a 18).

    A partir dos anos 40, a boa nova tem um novo seguidor Paulo, que se imortalizou como o apóstolo dos gentios, e que juntamente com Lucas, um jovem médico de origem grega, divulgam o Evangelho em várias pátrias da jurisdição do Império Romano, inclusive na própria Roma. Após os anos 50, em Antioquia é que os seguidores de Jesus foram realmente chamados de: cristãos (Atos 11. 26), por sugestão de Lucas, nascendo assim o termo cristianismo. Antes eram designados como os fiéis do Caminho (vide Atos dos apóstolos 19. 9)



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  5. CONHECEREIS A VERDADE, parte 2


    Quando a evangelização alcançou os bairros de Roma, o imperador Nero autorizou perseguições cruciais à comunidade cristã a partir dos anos 55, aonde chegou ao extremo de mandar atear fogo em seus arredores no ano 64, para culpar criminosamente cristãos. Aqueles que aderiam ao movimento das idéias cristãs eram caçados cruelmente e quando pegos pelas autoridades romanas eram queimados vivos, outros levados aos circus que serviam de palco para distrair as pessoas, e ali eram submetidos a enfrentar leões famintos, sucumbindo esquartejados por essas feras em dolorosos espetáculos de insensibilidade e degradação humana.

    Os Cristãos não tinham direitos sociais e nem podiam se reunir para confessar publicamente suas crenças, pois eram punidos impiedosamente com sofrimentos atrozes até extinção do corpo carnal. Só para reflexionar essas atrocidades: Assim como Jesus foi traído, julgado injustamente pelo Sinédrio e condenado à morte horrenda na cruz... os seguidores mais íntimos do Mestre também foram execrados na praças públicas: Estevão foi apedrejado barbaramente; Pedro foi crucificado brutalmente de cabeça para baixo; Paulo foi degolado com ferocidade; e milhares e milhares de cristãos mortos cruelmente, à luz do dia.

    Três séculos de acossamentos cruéis às pessoas que simplesmente buscavam seguir um Mestre que tinha ensinado e vivenciado o amor a Deus, espírito criador de todas as coisas; o amor ao próximo como a si mesmo; a imortalidade da alma; as bem-aventuranças celestes aos que suportassem as provações tribulativas da luta terrena com fé, esperança, e muito amor no coração.
    Uma das tribulações mais cruéis da história foi organizada pelo Imperador Diocleciano no ano 305 que autorizou as Legiões Romanas incendiar do oriente ao ocidente todos os núcleos de pequenas congregações cristãs, mandando assassinar barbaramente milhares e milhares de famílias que professavam a fé em Jesus Cristo.
    O Império Romano estava em decadência moral. As pessoas não suportavam mais tanta barbaridade. Porém o Evangelho crescia na alma popular, e agora as classes dominantes de Roma já viam com bons olhos o heroísmo dos cristãos em suportarem as cruéis perseguições com tanto amor pelas promessas da imortalidade da alma, para além das provações aflitivas da existência humana.


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  6. CONHECEREIS A VERDADE, parte 3


    FINAL DO SÉCULO 4. O Império Romano governado por Constantino liberou publicamente o cristianismo em todas as nações do Império. A razão de sua conversão fora uma visão do símbolo da cruz no céu, durante a Batalha da Ponte Mílvia, em que venceu o inimigo na disputa pelo trono. Transcorrido esse período de calmaria sobe ao poder público: o imperador Teodósio, que desejando concentrar em Roma a matriz do cristianismo, constitui então o Catolicismo Apostólico Romano como a religião do estado romano. Com a instituição do Catolicismo o Império Romano estabeleceu a primazia do Bispo de Roma sobre todos os demais Bispos das congregações cristãs distribuídas nas demais regiões do mundo antigo, fato este que causou divisões entre os cristãos. Pois algumas congregações se opuseram a essa subordinação, por exemplo: Antiquióquia que era uma das primitivas do ano 42. Essa tomada de decisões abriu margem para quem se dizia cristão perseguir outro cristão. Doravante, repontam as heresias de crenças; as cruzadas religiosas e explorações de terras que incitam batalhas sanguinárias; as inquisições da crença que promovem perseguições cruéis em Tribunais intitulados de Santo Ofício e que, ao invés de anunciar a vida eterna lançam a morte atroz às pessoas que divergem fundamentos e princípios de crenças.

    MAIS DE DEZ SÉCULOS DE TRIBULAÇÕES fratricidas pela sobrevivência das idéias religiosas, até as reformas protestantes que aconteceram a partir do século XVI.

    Certamente que não se alcançará o raciocínio lógico destas lutas renovadoras da evolução social e que sensibilizam as lembranças humanas, ignorando-se o principio básico da vida e muito bem divulgado no Evangelho: a imortalidade da alma. Conscientizou Jesus: “Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma”... (Mateus 10: 28)
    No mundo passareis por tribulações, mas tende bom animo eu venci, vós também vencereis... (João 16. 33)
    E confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus (Atos 14. 22)

    Jesus tinha onisciência que os seus ensinamentos morais iriam inflamar as intolerâncias religiosas do mundo antigo cheio de maldades, violências, pecados, transgressões, preconceitos, corrupções... Ele mesmo dá conhecimento destas coisas, quando esclarece: Não penseis que vim trazer paz ociosa à Terra... Não vim trazer esse tipo de paz; Mas, a ação da luta renovadora... Porque eu vim por em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra... E assim os oponentes do homem serão os seus próprios familiares (Mateus 10. 34 a 36). A sociedade não tinha uma base de fé unificada em Deus, os povos eram pagãos e os governos materialistas; as crenças que eram responsáveis de conduzir as Almas viviam se digladiando umas com as outras em guerras de extermínio e crueldade. E dessa forma a mensagem renovadora do Evangelho do Cristo iria levar séculos para solidificar na alma humana, e que os primeiros trabalhadores de sua causa seriam trucidados vivos nos palcos e circos humanos, como de fato aconteceu: séculos de lutas, tribulações e derramamento de sangue para a sociedade começar a respeitar e reverenciar a moral salvadora de Jesus.

    Estas divergências e lutas que ocasionaram muitas provações coletivas no plano físico terrestre elas se tornam perfeitamente elucidadas à luz e justiça da reencarnação das almas. Sem o princípio misericordioso da reencarnação da alma e seu trabalho progressivo de despertamento consciencial para o reino celestial, todas essas lutas e provações seriam incompreensíveis e estaria subordinado a um acaso cego e insensato.



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  7. CONHECEREIS A VERDADE, parte 4

    AGORA, a certeza que Jesus fez questão de ensinar nos Evangelhos sob o véu de figuras de linguagem, é que após as provações, que transcorrem com as tribulações e martírios dos seus seguidores na luta material. Nenhum deles ficaria desamparado na vida imortal do espírito após extinção do corpo carnal (Mateus 16. 24, 25 a 28), porque essas almas heróicas que perseverassem fiéis até o fim em suas provações, suas almas seriam salvas das tribulações do além túmulo, SEM PASSAR PELO DANO DA SEGUNDA MORTE (Apocalipse 2. 11) ou seja: expiações em corpo espiritual, porque estariam amparadas pelos anjos celestiais e conduzidas para o reino espiritual no seio invisível de Deus, E DESTA FORMA É QUE SE CUMPRE O ARREBATAMENTO ESPIRITUAL, do círculo terrestre para o seio imaterial da vida celestial, EM TODOS OS TEMPOS DA EVOLUÇÃO TERRÁQUEA, nos finais de ciclos de tribulações provacionais individuais, coletivas e gerais. A vinda de Jesus aos seus servos para arrebatá-los da atmosfera de sofrimentos da vida terrestre, quer dizer: as boas vindas que Ele, Jesus, dá as almas dos seus seguidores nos Portais extrafísicos da Vida eterna (Lucas 9. 27). Fiel é a palavra: se MORRERMOS com Ele, também com Ele VIVEREMOS (II Timóteo 2. 11). Vide situação aflitiva do ladrão arrependido na hora de sua morte física na cruz, ouve de Jesus a palavra de esperança para a existência de sua alma pós-túmulo: hoje mesmo estarás comigo no paraíso (Lucas 23. 43 )
    AFIRMOU JESUS: “Em verdade vos digo que não passará esta geração SEM que todas estas coisas aconteçam” (Mateus 24. 34) Figura de linguagem que se refere à época dos primeiros obreiros do cristianismo nascente.

    Se esperamos em Cristo nó nesta vida (material), somos os mais miseráveis de todos os homens...
    E há corpos celestes e corpos terrestres... Se há corpo animal, há também corpo espiritual...
    A CARNE E O SANGUE NÃO PODEM HERDAR O REINO DE DEUS (I Coríntios 15. 19 a 50).

    O reino de paz e amor iniciado por Jesus ainda não pertence a este mundo (João 18. 36). Apesar de nosso mundo, o planeta Terra, no plano extrafisico todo poder de direção espiritual ter sido delegado por Deus: a Jesus Cristo (Mateus 28. 18). A todos aqueles que seguem a moral cristã com consciência, Jesus está preparando novos lugares de bem-aventuranças celestiais, a desfrutar nas infinitas moradas nas dimensões espirituais da Casa Universal do Pai Criador (João 14. 1 a 3).
    Aparentemente apesar de não vermos Jesus com os olhos carnais, Ele está presente invisivelmente em nossas vidas participando interativamente, nos consolando nas lutas redentoras, nos inspirando pelo poder do divino espírito.
    “Estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos”. E o reino de Deus não vem com aparências exteriores (Lucas 17. 20 a 21). Nem dirão: ei-lo aqui, lá, acolá...
    É uma conquista individual e interior, ou seja, é um estado de espírito que alcançamos quando a nossa consciência desperta em si mesmo os sentimentos divinos do Cristo.


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  8. CONHECEREIS A VERDADE

    FINALMENTE,

    QUE DESPERTEM NAS IGREJAS os nossos irmãos em Cristo, pois na vida eterna que se desdobra nos planos celestiais divinos não existe aposentadoria compulsória, tal qual na existência física humana e ninguém será arrebatado em corpo físico carnal direto para os Céus, só é possível adentrarmos os planos imateriais divinos em corpo espiritual, DEPOIS DA MORTE DO CORPO CARNAL.
    Lembremo-nos do que ensinou Jesus: O Pai trabalha até hoje, assim também o Cristo, e todos os filhos da luz... E Deus é Espírito (João 4. 24)

    E quanto aos finais dos tempos que limitam as atividades humanas não nos compete preocuparmo-nos com os segredos que estão nos desígnios do Criador (Mateus 24. 36)
    E estarmos sempre atentos contra os falsos profetas, e ou líderes religiosos que utilizam o nome de Jesus para causar pânico na alma popular com assuntos escatológicos, pois nos importa acima de todas as provações: CULTIVAR A SERENIDADE CRISTÃ (Mateus 24. 17 a 18) (Mateus 24. 23 a 26).

    Evitemos assim o sensacionalismo místico de ARREBATAMENTO EM CORPO CARNAL, e busquemos trabalhar intensamente as nossas vidas para nos encontrar com Jesus nos ares, ou seja, nas dimensões espirituais superiores dos planos extrafísicos das moradas celestes (mundos divinos), APÓS A NOSSA JORNADA TERRESTRE.

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  9. DEZ RAZÕES, COM JESUS, PARA SERMOS TOLERANTES COM AS CULTURAS RELIGIOSAS DOS POVOS.


    A verdade é como o Sol irradiante de luz, vida, amor e beneficia a todos, e continua cada vez mais atualizado... O que é humano com o passar das eras vira PRECONCEITOS e, no tempo torna-se INTOLERANCIA RELIGIOSA.

    CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ (João 8. 32)

    Onde está a VERDADE?

    - No Antigo Testamento que temia tremendo a JEOVÁ; OU, no Novo Testamento – a Boa Nova do Cristo de Deus?

    - Com a religiosidade fértil de PRECONCEITOS arcaicos e intolerantes do Antigo Testamento; OU, na moral saudável da doutrina de Jesus? – A Luz da verdade e da Vida eterna.


    DEUS JAMAIS FOI VISTO POR ALGUÉM. O Filho unigênito, que está no seio do Pai – Nosso Senhor JESUS CRISTO esse sim, o fez conhecer verdadeiramente – (João 1. 18).

    Examinemos o conteúdo dessas ESCRITURAS para discernir com a lucidez apostólica: “Não acrediteis em todo espírito, MAS PROVAI SE OS ESPÍRITOS SÃO DE DEUS (I João 4. 1)”, porque muitos FALSOS PROFETAS e FALSOS LÍDERES RELIGIOSOS que se proclamam submissos a Deus se têm levantado no mundo.

    1) - Recomenda a lei bárbara do Antigo Testamento: Os filhos viciosos e desobedientes aos seus pais devem ser apedrejados até a morte (Deuteronômio 21. 18 a 21)

    1. a) Norteia Jesus – o príncipe da paz: O filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lucas 19. 10)

    2) - Ameaça a lei discriminatória do Antigo Testamento: pessoas com deficiência física e mental estão proibidas de se aproximar do Altar do culto religioso no Templo, para não o profanar com o seu defeito (Levítico 21. 17 a 23)

    2. a) Orienta Jesus - o divino Médico de nossas almas e corpos: vinde a mim todos que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei (Mateus 11. 28). Os sãos não necessitam de médicos; e sim OS QUE ESTÃO ENFERMOS (Marcos 2. 17)

    3) - Adverte a lei austera do Antigo Testamento: É proibido comer carne de porco (Levítico 11. 2 a 7)

    3. a) Elucida Jesus, o Divino Mestre, aos religiosos hipócritas nos templos da fé cega e irracional: não é o que entra pela boca que contamina o homem, MAS AQUILO QUE SAI DA SUA BOCA (porque o que sai da boca procede do coração: os maus pensamentos, instintos inferiores, sentimentos nocivos: adultérios, prostituição, corrupção, assassinatos - Mateus 15. 11 a 20 e Marcos 7. 17 a 23)

    4) - Ensina a lei imperiosa do Antigo Testamento: Quem trabalhar no sábado será morto (Êxodo 35. 2)

    4. a) Orienta Jesus – o Verbo de Deus: O homem não foi feito por causa do sábado (Marcos 2. 27), ou seja, guardar o dia de sábado é simples formalidade religiosa. Pois Deus, o Criador, trabalha até AGORA (João 5. 16 a 17); E esse AGORA significa ininterruptamente sem descansos sabáticos.

    5) - Sentencia a lei severa do Antigo Testamento: Quem cometer adultério..., ambos serão punidos com a pena de morte (Levítico 20. 10)

    5. a) Conscientiza Jesus - o salvador: Aquele que estiver sem pecados seja o primeiro a atirar a pedra (João 8. 2 a 11). Porque misericórdia quero, E NÃO SACRIFÍCIOS! (Mateus 9. 11 a 13)

    6) - Autoriza a lei inflexível do Antigo Testamento: Descontente com a esposa o homem pode dispensá-la sem nenhuma compensação, dando-lhe carta de divórcio (Deuteronômio 24. 01)

    6. a) Esclarece Jesus - o Mestre Celestial: não faças a teu próximo aquilo que não queres para ti (Mateus 7. 12). Sêde perfeitos como perfeito é vosso Pai celestial (Mateus 5. 48). E ao que quiser pleitear contigo e tirar-te o vestido, larga-lhe também a capa (Mateus 5. 40)

    7) - Penaliza a lei primitiva do Antigo Testamento: Se um animal habituar-se a atacar alguém o ferindo de morte, e seu dono é conhecedor deste fato e não o guardou, o animal será morto juntamente com o seu dono (Êxodo 21. 28 a 29).

    7. a ) Recomenda Jesus - a luz do mundo: Perdoai não somente 7 vezes, mas 70 vezes 7, ou seja, indefinidamente (Mateus 18. 21 a 22). E SÓ O AMOR COBRE A MULTIDÃO DE PECADOS (I Pedro 4. 8)




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  10. DEZ RAZÕES, COM JESUS, PARA SERMOS TOLERANTES COM AS CULTURAS RELIGIOSAS DOS POVOS.

    continuação...

    8) - Aconselha os seguidores fieis a Jeová baseados em Eclesiastes 9. 5 – livro do Antigo Testamento: Os mortos não terão recompensa... Porque a sua memória jaz no esquecimento.

    8. a) Adverte Jesus, à luz da vida eterna, a todos aqueles que professam o nada pós-túmulo: Saduceus fanáticos, Testemunhas do caos, Adventos cultores do materialismo pleno... Materialistas do pensamento e da alma: DEUS NÃO É DEUS DE MORTOS (Lucas 20. 38); Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma (Mateus 10. 28);

    E, aconteceu que o mendigo morreu e após sua morte corporal, a sua alma é conduzida pelos anjos, ao além, para o seio de Abraão a fim de aliviar-se da luta terrena (Lucas 16. 19 a 31) E morreu também o rico e no abismo do além, levantando os olhos viu ao longe Lázaro juntamente com Abraão, e Lázaro, morto no além-túmulo lembrou-se dos seus familiares na vida humana... JESUS NESTES ENSINAMENTOS CONTESTA O ENGANO DO ECLESIASTES cap 9. Vers 5, conscientizando: a existência da alma pós-túmulo, e que os mortos têm lembrança da vida corporal extinta, têm sentimentos de causa, e noções de tempo e espaço.


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  11. DEZ RAZÕES, COM JESUS, PARA SERMOS TOLERANTES COM AS CULTURAS RELIGIOSAS DOS POVOS.

    continuação...

    9) - Adverte a lei incapaz no Antigo Testamento: É proibido consultar os mortos... (Deuteronômio 18. 11)

    9. a) Exemplifica Jesus - o Divino Mestre: Todas as coisas são possíveis àquele que tem fé (Marcos 9. 23); E tudo o que eu fiz vóis podereis fazê-lo e em condições maiores (João 14. 12), porque vou para o Pai, e não vos deixareis órfãos (João 14. 18). E MEU PAI É VOSSO PAI, MEU DEUS É O VOSSO DEUS (João 20. 17) E assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer (João 5. 21)

    Na verdade, COM JESUS, CHEGOU A HORA em que OS MORTOS ouvirão a voz do filho de Deus e os que a ouvirem viverão (João 5. 25).

    E Jesus exemplificando esta verdade: Pregou o Evangelho TAMBÉM AOS MORTOS, para que fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em Espírito (I Pedro 4. 6).

    E também foi pregou aos ESPÍRITOS EM PRISÃO, OS QUAIS NOUTROS TEMPOS foram desobedientes a Deus, a saber: as almas das pessoas que viveram em tempos anteriores à época do cristianismo (I Pedro 3. 18 a 20). Compreenda-se que são vários séculos transcorridos de Noé ao tempo do nascimento de Jesus.

    Trans-comunicou-se no monte Tabor, na presença dos apóstolos Pedro, João e Tiago com os espíritos de Moisés e Elias (ambos já MORTOS para a humanidade; porém para DEUS bem vivos, isto porque não existe a morte nos planos de Deus – Mateus 17. 1 a 13).

    OS QUE FIZEREM O BEM PARA A RESSURREIÇÃO DA VIDA, e os que fizerem o mal para a ressurreição da condenação – João 5. 29.

    E dá exemplos da imortalidade da alma aos que seguem os seus ensinamentos, vide Mateus 16: 28 “Alguns há, dos que aqui estão presente, que não provarão a morte até que vejam o Filho do homem no reino de seu Pai”.

    Rompem-se o véu do templo e várias ALMAS em seus corpos benditos retornam do além-túmulo, e se manifestam publicamente para vários contemporâneos em Jerusalém, após domingo de páscoa, comprovando assim a vida pós-morte (Mateus 27. 51 a 53)

    - Por acaso estão alicerçadas no Evangelho essas seitas fanáticas que se auto-afirmam verdadeiras, e que NEGAM a existência da alma no ser humano? Como se o homem fosse simplesmente uma massa molecular... sem alma pensante e imortal!

    SE ESPERAMOS EM CRISTO SÓ NESTA VIDA, somos os mais miseráveis de todos os homens ( I Coríntios 15. 19)

    Porque, se OS MORTOS NÃO RESSUCITAM, OU RESSURJAM após a morte física, TAMBÉM CRISTO NÃO RESSUCITOU (I Coríntios 15. 16)

    Se fôssemos duvidar da morte, como cessação de vida contínua, estaríamos duvidando do próprio Jesus que voltou do plano da morte e se comunicou com várias pessoas por longos dias; e, onde reteve as chaves da morte e do inferno (Apocalipse 1. 18). E DEUS NÃO É DEUS DE MORTOS... (Mateus 22. 32 e Lucas 20. 38).

    SE EXISTE NO HOMEM UM CORPO ANIMAL, HÁ TAMBÉM NESSE HOMEM UM CORPO ESPIRITUAL (I Coríntios 15. 44)



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  12. DEZ RAZÕES, COM JESUS, PARA SERMOS TOLERANTES COM AS CULTURAS RELIGIOSAS DOS POVOS.


    continuação...


    10) – INCITAMENTO DE DESUMANIDADE NO ANTIGO TESTAMENTO - E falou Moisés aos oficiais do exército, inspirado em Jeová: Armem-se alguns de vós para a guerra contra os midianitas, e vinga os vossos filhos, matem A TODOS: homens, mulheres, crianças e idosos... Sequestrem os bens dos vencidos. PORÉM, todas as meninas virgens que ainda não deitaram com homens, DEIXA-AS viver para vós (Números 31. 1 a 18).

    10. a) OS NOVOS ENSINAMENTOS DE JESUS AOS QUE BUSCAM O PAI EM ESPÍRITO (João 4. 24); Ouvistes o que foi dito no Antigo Testamento: olho por olho e dente por dente; amarás o teu amigo e odiarás o teu inimigo... E, completou JESUS – vide Mateus 5. 20 a 48, eu, porém vos digo:

    Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos fazem o mal; abençoai os que vos amaldiçoam; e orai pelos que vos maltratam e perseguem. PARA QUE SEJAIS PERFEITOS COMO PERFEITO É VOSSO PAI CELESTIAL, que faz nascer o sol sobre os bons e sobre os maus, e descer as chuvas sobre justos e injustos.

    Jesus simplificou os conceitos da Lei do Antigo Testamento, e os ensinamentos dos Profetas resumindo-os em apenas dois mandamentos - Mateus 22. 34 a 40: primeiro: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento; o segundo é continuação do primeiro: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

    TEMOS QUE TER DISCERNIMENTO CONSCIENTE PARA SABERMOS O QUE É A PALAVRA DE DEUS... E O QUE É ENSINAMENTO HUMANO NA PRÓPRIA BÍBLIA.

    “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em Justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda boa obra (II Timóteo 3. 16 a 17)”

    Discernimento espiritual: analisa-se à luz da Justiça e perfeição de Deus que, a escritura que é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir e para instruir em justiça é que é divinamente inspirada, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda boa obra.
    O Apóstolo não generalizou Todas as Escrituras são divinamente inspiradas. Apenas selecionou toda escritura que é saudável para ensinar e instruir em justiça... A fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente educado para toda boa obra: é divinamente inspirada.

    Então aqueles ensinamentos prescritos no Antigo Testamento por Moisés, e inspirados por JEOVÁ: do olho por olho, do dente por dente; e que responde o ódio pelo ódio... NÃO PODE TER SIDO GUIADO POR DEUS – o Pai de Jesus, pois JESUS esclarece essas verdades à luz da perfeição do amor incomensurável do PAI CELESTIAL, orientando as criaturas humanas, que são imperfeitas, a se esforçarem na virtude e perfeição do amor, do perdão, da misericórdia, semelhantemente ao CRIADOR DA VIDA, O PAI CELESTIAL, O DEUS DE JESUS – “Meu Deus e vosso Deus, meu Pai e vosso Pai (João 20. 17)”

    ESSE SIM É O DEUS DA VIDA ABUNDANTE EM AMOR, PAZ E FELICIDADE - PODEROSO EM TODOS OS SENTIDOS.

    “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do Alto, descendo do PAI DAS LUZES, em quem não há mudança nem sombra de variação” - apóstolo Tiago 1. 17

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    ADVERTE JESUS aos seus seguidores de todos os tempos: “Se a vossa Justiça não superar a justiça de fanáticos religiosos tais quais os Saduceus, os Escribas, os Publicanos e FARISEUS, JAMAIS ENTRAREIS NO REINO DOS CÉUS – Mateus 5. 20”


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