quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Culto Verdadeiro a Deus Não é Show, e Louvor Agradável a Deus Não é Baderna !

Qual O Culto que Agrada a Deus?    

Qual o Louvor Que Deus Pede? 

    Diante das afirmações ousadas de um ministrante de louvor de uma determinada Igreja Evangélica, da qual prefiro não citar o nome, cremos que esse ministrante está equivocado quando este enfatiza que Deus aceita, e até prefira, show e louvorzão. Não cremos que Deus é silencioso ao modo aceitável de O cultuar e O louvar (disse ele). Através dessa refutação, procuramos estabelecer o culto que agrada a Deus e qual o louvor que Deus pede. A adoração e louvor que agrada Deus na Sua casa estão impressas na bíblia.  Estão claramente afirmadas para todos que tenham olhos para ver.

 1 -  Qual O Culto que Agrada a Deus?
O culto que agrada a Deus é aquele que vem de um coração puro (Sl 15.1-5; I Tm 2.8). Está claro que aquele que habitara no Teu tabernáculo e no Seu santo monte é aquele que anda com as mãos santas no temor de Deus, e não com uma liturgia de atitude criativa que usa a cultura de um povo como padrão.  Asmãos santas que devem ser levantadas são as de um coração puro e não destes membros da anatomia em quais o pecado habita (Rm 7.18, 23). As mãos que devem ser levantadas em oração são as que são santas.  De outra forma Deus não nos ouvirá (Sl 66.18, “Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá”).  É melhor orar, e adorar, com um coração puro.
Pureza de coração no temor do Senhor nos levará a fazer tudo para a glória de Deus na igreja (Pv 1.7; Ec 12.13; I Co 10.31; Ef 3.21). O adorador temente a Deus não ousará adicionar qualquer atividade conforme o seu coração, mas se limitará àquela adoração que a bíblia estabeleceu como aceitável no culto da igreja. Uma atitude de temor a Deus desprezará a criatividade oriunda do seu próprio coração naquilo referente à adoração a Deus. Um exemplo disso é o rei Davi.  Ele foi criativo em sua forma de adoração, pois quis erguer um templo a Deus. O desejo foi excelente mas a ação foi proibida. A idéia de adorar a Deus foi reprovada por ele ser homem de guerra e ter derramado muito sangue (I Cr 22.8 e 28.3). Nisso entendemos que o culto que agrada Deus não é medido somente por um coração sincero, ou por uma atitude criativa, mas o culto desejado por Deus é aquele baseado no ensino da Palavra de Deus. A emoção não é espiritualidade, mas submissão à Palavra de Deus cria aquele coração puro que é adoração aceitável.

Paulo se refere aos coríntios, como santificados em Cristo Jesus. No entanto ele os escreve relatando os problemas deles.  Esses problemas não eram comportamentos adequados de santificados em Cristo Jesus. Ele ensinou-os que o culto a Deus não deve ser com fornicação, desunião ou desordem (I Co 1.1,2; 3-11; 14). Deus não aceita culto, senão aquilo ao nível dos santificados em Cristo Jesus.Talvez alguém, querendo celebrar louvores, decida fazer de uma forma espetacular a adoração com programação cheia de coreografias, músicas, instrumentos, vestimentas extravagantes, efeitos, etc. Muitos vão gostar e apoiar esses louvores, e, de fato, acabam achando que estão louvando a Deus. Todavia sendo o coração enganoso, poderão estar agradando somente a carne (Jr 17.9; I Jo 2.16). Pode ser que nenhum destes seja conhecido por Deus (Mt 7.21-23).

Não podemos ser guiados por pensamentos criativos ou simplesmente por um coração sincero. Temos que nos limitar ao padrão neotestamentário. A igreja não tem o luxo de legislar, mas somente executar o que Jesus tem mandado (Mt 28.18-20).  Fomos criados na imagem de Deus e por isso, contrário aos animais, temos o poder de controlar nossas emoções. Ser racional e controlar as emoções é fundamental quando cultuamos a Deus (I Co 14.32, 40). Deus é tão grande que não temos todo o conhecimento apropriado para adorar a Deus corretamente (Jó 38).  Por isso é básico que nos limitamos à Sua Palavra.  Se O adoramos sendo guiados somente pelo nosso coração, provavelmente será uma adoração enganosa e perversa (Jr 17.9, “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?”). Não segue seu próprio coração. Segue o que Jesus legislou, a bíblia.

Podemos questionar se as coreografias, louvorzão, etc., agradam a Deus, uma vez que, além de não serem bíblicas, estas não produzem o arrependimento, a mudança de comportamento para a santidade, e nem promovem a edificação nas Escrituras (Ef 4.15-24). Se fossem essas invenções modernas que balancem o corpo e estouram os timpanais e muitas vezes aparentem que tenham origens das profundezas de espiritualidade, se fosse realmente tudo aquilo que aparentam, por que a carne é bem alimentada por elas e somente as emoções são exercitadas por tais produções? Por que tais cultos não levam para maior evangelização ao mundo pecador? Por que não prolifere o culto domestico que inclui a leitura bíblica com a família e oração conjunta pela obra de Deus, os sem Cristo, doentes, etc.? Por que não tais produções espetaculares e talentosas não geram maior crescimento na graça e no conhecimento de Jesus Cristo? Não produzem tais virtudes por não ter o alvo de admoestar ou ensinar doutrina, algo que é primordial para qualquer renovação correta e bíblica (Cl 3.10; I Pd 2.2). Tais virtudes serão realidades exclusivamente pelo ensino profuso de doutrina, cantada ou pregada.  Tanto mais profuso, melhor.  O Apóstolo Paulo ensinou aos da igreja em Colossos: “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração”, Cl 3.16. Portanto, se a adoração não admoesta ou ensina de Jesus Cristo, não é agradável a Deus.

Para provar que não é permitido a cultuar a Deus segundo a nossa “bem-intencionada” imaginação citamos um caso bíblico entre muitos. Aquilo que o rei Davi programou, segundo o seu coração bem intencionado, com todo um show para levar o altar para Jerusalém, foi, para ele, recomendável e bonito.  Todavia, para Deus, foi uma terrível imprudência (II Sm 6.1-7).  Para provar ainda mais essa tese que não é permitido a Deus poderíamos falar da adoração segundo o coração de Aarão e dos filhos de Israel. Esse show produziu um bezerro de ouro (Êxodo 32).  O culto que naturalmente sobe do coração leva à satisfação da carne.  Este não é a adoração que agradou Deus. Poderíamos falar da adoração prestada segundo o coração de Gideão em Juizes 8.27, ou da adoração inventiva apresentada pelo povo de Deus com o rei Acaz, uma adoração carnal tal que tinha que ser tirada em II Reis 18.4. Todos destes casos foram do coração e foram prestados com emoção profunda e religiosa. Mas para Deus tudo disso foi enfado. Ele os repugnava! Poderíamos falar também da adoração que emanaria das emoções do Apóstolo João em Apocalipse 19.10; 22.8,9 que eram sinceras, mas levaram o apóstolo João ser repetidamente reprovada. Se Deus desejava criatividade e coisas novas no culto dEle, nenhum desses casos citados teriam trazidos a pesada correção do Senhor.Por estes exemplos bíblicos entendemos que o culto correto NÃO é uma ATITUDE CRIATIVA feita com o maior esforço do adorador ao Deus que TUDO merece. Por falar de merecimento, Deus não merece o culto inventivo do homem que despreza a Sua única regra de fé e ordem, a Sua Palavra.

Pode ser que o culto que agrada Deus seja antiquado, na opinião de alguns, mas o Espírito Santo ajuda as nossas fracas manifestações de O adorar como Ele nos ensina na Palavra de Deus, e, pelo ministério dEle, a verdadeira adoração chega a Deus (Rm 8.26,27).

Por Deus não mudar (Ml 3.6), o culto que O agradou na Palestina, e na Ásia no primeiro século, agrada Ele completamente neste país sul americana no século XXI. 
2 - Qual o Louvor Que Deus Pede?
 É explicito e claro que o louvor que Deus pede é louvor espiritual (Jo 4.23,24).  Deus é Espírito.  Por isso o louvor a Ele deve ser exclusivamente espiritual.  O louvor espiritual agradável a Deus tem a sua fonte naquilo que Deus regenerou em Seu povo pela Palavra de Deus, ou seja, no homem novo (I Pd 1.23).  É esse espírito, ou homem interior, que deleita-se na lei de Deus (Rm 7.22).  É esse espírito, ou homem novo, que canta ao Senhor com graça, admoestação e doutrina em salmos, hinos e cânticos espirituais (Cl 3.10, 16).  É este louvor espiritual, oriundo do homem novo, que o apóstolo Paulo instruiu na sua carta aos coríntios: “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.”, 1 Coríntios 14.15. É este o louvor e adoração que Deus pede. 
Qualquer tradição que é bíblica não pode ser mudada sem desviar-se da bíblia.  Para reforçar o ensino aos Tessalonicenses, o apóstolo Paulo, pela inspiração do Espírito Santo deixou registrado: “Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa.” - II Ts 2.15. O louvor usando os hinos, taxados como liturgia repetitiva, é, portanto, desprezível, por este ministrante de louvor desta determinada Igreja Evangélica, "e são muitos crentes que pensam assim também, acham que é preciso inovar", porém tem que ser afirmado que o hino é um louvor bíblico e, portanto, recomendável e aceitável. O Salmista, o próprio Jesus, e os Apóstolos incluíam os hinos nos louvores deles. Observe os seguintes versículos:

Salmista: “E pós um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR”, Salmos 40.3. Se o Cristão quer louvar o seu Deus corretamente, cantará hinos.  Essa musica é nova, não no sentido de moderna, mas no sentido de diferente, diferente daquela anteriormente cantada pelo salmista na sua vida anterior e pecaminosa. Sendo feito uma nova criatura em Cristo, tudo se faz novo (II Co 5.17).  O que saiu do homem novo gerado pelo Espírito Santo foi um hino!

Jesus: “E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.”, Marcos 14.26. Se o seu desejo, ou o desejo da sua igreja é de conformar à imagem de Cristo, cante hinos nos cultos!

Apóstolos: “E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam”, Atos 16.25.  Se desejes seguir o exemplo neotestamentário, cante hinos, na aflição ou até em praça pública e lugares onde os ímpios predominam! Hinos ensinam verdades de Deus, de Cristo, da salvação, do arrependimento, da fé verdadeira, da esperança abençoada da vida no porvir, etc.

O Espírito Santo inspirou o ensino da necessidade e dever de usar hinos.Espírito Santo: “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração”, Colossenses 3.16. Se quiser louvar a Deus na maneira que o Espírito Santo ensinou, cante hinos junto com os salmos e cânticos espirituais. Uma observação: Cânticos espirituais não são cânticos emocionais. Cânticos espirituais são a expressão do homem novo com admoestação e doutrina. Apesar do povo latino identificar-se com emoções expressadas com gritaria, abraços apertados, gargalhadas abertas, tudo na maior transparência e inibição, o louvor que Deus pede não é cultural mas do homem novo.  Portanto, é espiritual. Este homem novo renova e identifica-se com o conhecimento maior e doutrinário de Cristo Jesus no culto reverente e com a maior ordem.

Deus não muda de cultura em cultura.  Ele nunca pede gritaria (Ef 4.31), o levantar das mãos físicas (mas das santas, I Tm 2.8), danças sensuais (Mt 6.24; I Jo 2.16) ou palmas nas igrejas (Hc 2.20).O louvor que Deus pede não é feita com sentimentos profundos que manifestam-se com giros e gestos corporais ou musica alta e rítmica apenas por ser num lugar religioso (“nem neste monte nem em Jerusalém”, Jo 4.21) O louvor que Deus pede é através aquilo que Deus gerou nos Seus pelo Seu Espírito Santo, ou seja, o espírito regenerado (Ef 2.1-10). Este louvor se expressa com reverencia e ordem na Sua casa (Hc 2.20; I Tm 3.15).

Pode ser que muitos tenham dificuldade ou de adorar Deus em espírito ou de gostar de mortificar a carne na adoração por não possuem tal homem interior que deleita-se na lei de Deus. Na face do desgosto de uns para com o louvor que Deus pede e por ter um gosto daquele louvor que é abominação, só existe uma mensagem: “Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1.15)
fontehttp://solascriptura-tt.org)  /   

terça-feira, 18 de setembro de 2012

No dia 17 de setembro, a Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), realiza o lançamento da biografia do pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).


O livro, escrito pelo pastor e historiador, Isael de Araujo, retrata vida e ministério de um dos maiores líderes evangélicos do País. A cerimônia de lançamento acontece durante a 66ª edição da Escola Bíblica de Obreiros da Assembleia de Deus em São Paulo, Ministério do Belém que será realizada entre os dias 16 de setembro e 01 de outubro.

Mais informações em: http://www.cpadnews.com.br/integra.php?s=12&i=14256

quinta-feira, 13 de setembro de 2012


AGENDA: Confira os próximos grandes eventos da AD - Ministério do Belém (SP)

Escola Bíblica para Obreiros, AGO da CONFRADESP, Batismo, Ceia e Culto em Ação de Graças pela vida do Pastor José Wellington acontecerá durante os meses de Setembro e Outubro


> 02 de Setembro, 9h - Santa Ceia do Senhor.

> 03 de Setembro, 1ª Segunda feira (NÃO HAVERÁ A TRADICIONAL REUNIÃO MENSAL DA PRIMEIRA SEGUNDA FEIRA POR SER O MÊS DA EBO).

> 15 de Setembro, 3º Sábado, 12º Encontro de Crianças do Ministério.

> 16 de Setembro, 3º Domingo, 19h - Culto de Abertura da 66ª Escola Bíblica de Obreiros.

> 17 de Setembro, Segunda feira, 10h, Lançamento do Livro Biográfico do pastor José Wellington Bezerra da Costa.

> 17 de Setembro a 01 de Outubro, das 9h as 17h, Estudos Bíblicos; das 19h as 21h, Culto com toda Igreja, 66ª Escola Bíblica de Obreiros.

> 22 e 23 de Setembro, 19h, XXI Encontro Missionário "Ceifeiros em Chamas"

> 27 de Setembro, Consagração de Ministros.

> 30 de Setembro, 9h, Batismo nas Águas

> 01 de Outubro, 19h, Culto em Ação de Graças pelos 78 anos do pastor José Wellington Bezerra da Costa e de sua esposa, irmã Wanda Freire da Costa.

> 02 e 03 de Outubro, 39ª AGO - Assembleia Geral Ordinária da CONFRADESP - Convenção Fraternal das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo.

Maiores informações: (11) 2796-9122

As inscrições para 66ª EBO serão realizadas somente na Secretaria de Eventos, no piso térreo do Templo-Sede a Rua: Conselheiro Cotegipe, 273, Belenzinho, SP, a partir das 16h do dia 16 de Setembro, gratuitamente. Há o kit da EBO (Pasta com apostila) no valor de R$ 20,00 (Opcional).
* fonte Blog da Confradesp

Pastor Wellington Junior Convida Obreiros para EBO 2012 e Lançamento do Livro do pastor José Wellington

Pastor José Wellington convida Obreiros para 66ª EBO

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Escola Bíblica Dominical 4º Trimestre 2012

      No 4º trimestre de 2012, a revista Lições Bíblicas da CPAD terá como tema: Os Doze Profetas Menores - Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de Cristo.

Comentário: Pr. Esequias Soares 
Consultor Doutrinário Teológico: Pr. Antonio Gilberto 

Disponível na livraria virtual: http://www.livrariacpad.com.br , 
ou em uma de nossas Igrejas mais perto de você !









Estudo Bíblico sobre a Música

                        Música, visão bíblica

     A música é a maneira que as pessoas se expressam por meio de som, produzindo tons numa ordem específica para apresentar uma obra de beleza e interesse.
Há três categorias de instrumentos musicais usados para fazer música, os de corda, de sopro e de percussão.
    A música provavelmente começou com o discurso cantado e só depois de algum tempo se desenvolveu e se tornou uma canção, que mais tarde foi acompanhado por instrumentos musicais. A música , como nós conhecemos, é complexa. É um luxo e uma forma de entretenimento. Em tempos antigos, no entanto, a música era uma expressão básica da vida diária, do trabalho e da adoração. A frase "cantai ao Senhor" é comum no Velho Testamento (Êxodo 15:21), mas a nação judia não era a única a usá-la.
Na verdade, todas as religiões trazem a natureza humana um impulso natural de cantar. As instruções "cantai ao Senhor" era um sinal ao povo que derramasse a sua adoração em músicas.     A bíblia nos fala só uma quantidade limitada sobre a música na antiga Israel. Como não existia a escrita musical, todos os registros primários das músicas cantadas pelos hebreus esta no livro de Salmos. As poucas instruções musicais que possui não tem um significado certo.
Apesar da bíblia nos dar um tanto de informação limitada quanto a música nos velhos tempos, podemos ver claramente que a musica era importante para as pessoas na bíblia.

A MÚSICA NO VELHO TESTAMENTO 

     A música é mencionada logo no início e constantemente na bíblia. A primeira referência é a "Jubal É o pai de todos os que tocam harpa e flauta" (Gênesis 4:21). Essa descrição de um músico tão cedo na história mostra a sua importância. Ele tem uma posição igual de importância a de seus irmãos Jabal, pastor de rebanho, e Tubal-Caim, ferreiro.
     A composição de música é reconhecida entre as profissões mais antiga do povo normândico. Acredita-se que o nome Jubal venha da palavra hebraica que significa "carneiro". O chifre do carneiro (shofar) era um instrumento antigo do povo judeu e sinalizava eventos importantes. Mais adiante na história bíblica, depois que a música se tornou uma parte principal na adoração no templo, a música ganhou um significado especial. Há relatos de música em tempos de despedida (Gênesis 31:27), em tempos de regozijo e banquetes (Isaías 5:12), em vitórias militares (2 Crônicas 20:27-28) e no trabalho (Isaías 16:10).
     A maioria dessas músicas provavelmente eram cruas e primitivas, especialmente as que eram associadas a avanços militares, que a intenção era amedrontar o inimigo (Juízes 7:17-20). A música e a dança que recebeu Moisés enquanto ele descia da montanha é descrita como sendo "Alarido de guerra...no arraial" (Êxodo 32:17-18). Na história primitiva do povo judeu, a mulher tinha uma parte importante na performance da música. A imagem das mulheres cantando e dançando com júbilo, acompanhadas pelos instrumentos de percussão, é repetida várias vezes. Quando Jerusalém se tornou o centro religioso do povo hebreu (950-850 A.C.), o papel do músico profissional se tornou mais importante.

A MÚSICA NO NOVO TESTAMENTO 

     Já no tempo de Cristo, a sinagoga havia se tornado o lugar principal de adoração para o povo judeu. Começou como um lugar para o estudo da lei e gradualmente se tornou o centro de adoração para judeus que não podiam freqüentar o templo.
    O culto litúrgico do templo não podia ser duplicado na sinagoga, já que não tinha rito de sacrifício. A música também não podia ser exatamente reproduzida, pois não havia um cantor levita treinado. O coral foi substituído por um único cantor. A cantoria dos Salmos foi gradualmente transferida do templo para a sinagoga, o que acabou influenciando as primeiras igrejas cristãs.

AS CULTURAS GREGA E ROMANA

    Apesar de o templo e a sinagoga serem familiares aos cristãos primitivos (Atos 2:46-47; 9:20), as culturas grega e romana também tiveram uma parte importante em moldar a igreja. No tempo de Cristo, o helenismo já tinha a muito tempo se infiltrado no Oriente Médio, apesar dos líderes judeus se oporem, a arte grega já havia permeado na cultura judaica. Os rabinos judeus consideravam a música uma forma de louvar a Deus. Já os filósofos gregos encaravam-na como uma força moral poderosa na criação e os romanos consideravam-na uma forma de entretenimento.
    Uma razão pela qual a igreja primitiva não incluiu a música instrumental em seu louvor foi em reação ao uso secular degradativo dos instrumentos pelos romanos. Essa pesquisa indica a diversidade na composição de músicas nos tempos bíblicos. As pessoas de gerações passadas usavam a música como escape natural para as suas emoções e idéias. Ao manter a tradição cristã, a música permanece uma parte principal de como nós expressamos o que sentimos em relação a Deus e as nossas vidas.

Urim e Tumim

                               Urim e Tumim
     Nome de um ou mais objetos pertencentes ao Racional do Juízo que o sumo pontífice trazia ao peito de modo que estivesse sobre o coração do sacerdote quando se apresentava diante do Senhor (Ex 28.30; Lv 8.8). Estes objetos, provavelmente, eram guardados em uma dobra do Racional do Juízo, ou por baixo dele. Por meio do Urim e Tumim, o sumo sacerdote consultava a vontade de Deus em casos difíceis. Este processo não era aplicável a casos particulares, nem a interesses privados, e somente sobre negócios de interesse público. Por isso mesmo, o lugar do Urim e Tumim era no Racional do Juízo, onde se achavam gravados os nomes das doze tribos de Israel sobre pedras preciosas. Por meio do Urim e Tumim, se consultava a vontade de Deusa acerca de assuntos judiciais e de negócios públicos (Nm 27.21; cp. Js 9.14; Jz 1.1; 20. 18,23,27,28; 1Sm 10. 22; 14.36-42; 22.10,13; 23. 9-12; 28. 6; 30.7,8; 2Sm 2.1; 5.19, 23,24. O      Urim e Tumim eram consultados, não só no onde estava a arca, Jz 20.27,28; 1Sm 22.10, como em qualquer outro lugar onde estivesse presente o pontífice devidamente autorizado. As respostas eram simples, consistindo em afirmativas ou negativas, nem sempre era este o caso, 1Sm 10.22; 2Sm 5.23,24. Ocasionalmente, também, quando o pecado havia interrompido a comunhão com Deus, não havia respostas, 1Sm 14.37; 28.6. Não se encontram referências ao Urim e Tumim, depois do reinado de Davi. Depois da volta do cativeiro, nenhum dos sacerdotes usava o Urim e Tumim, Ed 2.63; Ne 7.65. Somente o sumo sacerdote poderia gozar o privilégio de consultar o Senhor por meio do Urim e Tumim. leste privilégio constituiu a glória da tribo de Levi, Dt 33.8.
      Tem havido diferentes explicações sobre o Urim e Tumim. Por exemplo: procuram descobrir analogia com as insígnias de que usava o sacerdote egípcio, quando funcionava como supremo juiz. Dizem os escritores clássicos que ele trazia um emblema suspenso ao pescoço por uma cadeia de ouro, representando a verdade, somente enquanto duravam as suas funções de juiz, que colocava sobre a pessoa a favor de quem pronunciava a sentença. Não existem provas que indiquem que tal insígnia também servisse para consultar a vontade divina. Outros são de parecer, que por ocasião de o sacerdote vestir o éfode com o Urim e Tumim e fazer oração a Deus, ocorria-lhe uma idéia, cuja origem divina se confirmava por um brilho estranho produzido pelas pedras preciosas do Racional do Juízo, ou peitoral. Deste fenômeno se originou a palavra Urim, que quer dizer luzes. Tem-se pensado que as respostas se percebiam através de um brilho sucessivo das letras que formavam os nomes próprios, gravados nas pedras; mas para nada dizer sobre o fato de que o alfabeto completo não havia produzido estes nomes, e que em várias das respostas de que há notícia, existem letras que não se encontram nas pedras, a idéia integral cheira aos milagres inventados pelos sacerdotes gregos e romanos, inteiramente estranhos aos métodos e concepções do ritual hebraico. Existem apenas duas teorias dignas de atenção.
       1) O Urim e o Tumim eram um ou mais acessórios do éfode e que dele se podiam separar para serem usados à maneira de dados, e pelo modo por que caíam, revelavam a vontade de Deus. Esta é realmente uma concepção possível, mas sem provas a seu favor. Procuram firmar esta teoria, dizendo que duas vezes se faz referência ao lançamento de sortes, em íntima conexão com as consultas ao Urim e Tumim (1Sm 10. 19-22; 14.37-42). Neste último caso, Saul rogou ao Senhor que lhe desse a conhecer por meio da sorte porque é que não respondia ao seu servo. A palavra usada no original éthamim; que se pronunciava thummim. Assim sendo, o Urim e Tumim era uma espécie de sorte. Mas nas duas passagens citadas, o lançar as sortes é ato distinto de consultar o Senhor, e se realizava para propósito diferente daquele que pedia conselhos.
     2) O Urim e Tumim não fazia manifestações exteriores, era antes um símbolo. O sumo sacerdote vestia o éfode com o Urim e Tumim, sinais de sua investidura para obter a luz e a verdade, como as duas palavras indicam, a fim de que pudesse buscar o conselho de Jeová da maneira por Ele indicada. Humildemente punha diante de Deus a sua petição. A resposta vinha-lhe à mente; e como tivesse feito o seu pedido de acordo com as Instruções divinas e baseada na promessa de que receberia luz e verdade, tinha-a como a expressão da vontade de Deus. A fé em Deus baseava-se na evidência das cousas não vistas. Esta interpretação do Urim  e Tumim harmoniza-se com o espírito de todo o ritualismo do tabernáculo. A resposta consistia em uma iluminação interna, sem nenhum sinal exterior em paralelo com as revelações dos profetas.
Fonte: Dic. Bíblia John Davis

ESTUDO BÍBLICO SOBRE O SACERDÓCIO

                 O SACERDOTE SEGUNDO A BÍBLIA

      É aquele que entre os hebreus faz ou ministra os sacrifícios a Deus. Entre os gentios também se chamava sacerdote ao sacrificador.

      Antes de considerar os vários aspectos bíblicos do sacerdote, é necessário mostrar quais são as características essenciais do sacerdócio. Que devia o sacerdote fazer, na sua qualidade de sacerdote, que nenhum outro pudesse realizar sob quaisquer circunstâncias? A mais exata definição de sacerdote acha-se em Hb 5.1. O sacerdote era ”constituído nas coisas concernentes a Deus a favor dos homens”. Quer isto dizer que ele apresentava ao Senhor coisas, dons e sacrifícios, ofertas do homem a Deus; e o seu trabalho era realmente oposto ao do profeta, que devia revelar Deus ao homem. Nesta consideração, a idéia fundamental de sacerdote é a de um mediador entre o homem e Deus. O sacerdote apresenta-se entre o homem e Deus, como na verdade aparece o profeta entre Deus e o homem.
Quando o sacerdote efetuava qualquer outro trabalho, já não era como sacerdote que exercia essa missão, mas somente como executante das funções de outros homens. Este ato do sacerdote, na sua obra para Deus, é sempre acentuado nas Sagradas Escrituras (Ex 28.1; Ez 44.16; Hb 7.25). Nos tempos patriarcais, o chefe da família, ou da tribo, operava como sacerdote, representando a sua família diante de Deus. Foram assim considerados Noé, Abraão, Isaque e Jacó.
      Na época do Êxodo havia israelitas que possuíam este direito de sacerdócio, e o exerciam; mas tornou-se necessário designar uma ordem especial para desempenhar os deveres sacerdotais, sendo a tribo de Levi a escolhida para esse fim. Desta tribo saíram os sacerdotes arônicos, que eram os mediadores entre o homem e Deus. Os filhos de Arão eram sacerdotes, a não ser que tivessem sido excluídos por qualquer incapacidade legal. Esta disposição continuou no reino do Sul por todas sua história. E o fato de ter Jeroboão instituído o seu próprio sacerdócio mostra a essencial necessidade de uma mediação. Desta maneira o sacerdócio atestava a vida pecadora do homem, a santidade de Deus, e por conseqüência a necessidade de certas condições, para que o pecador pudesse aproximar-se da Divindade.
O homem devia ir a Deus por meio de um sacrifício, e estar perto de Deus pela intercessão. Quando Esdras voltou do cativeiro, reconstituiu as determinações leviticas, assim continuando tudo na sua substância até à destruição de Jerusalém, no ano 70(a. C.).

    No Novo Testamento, as poucas passagens nos evangelhos em que ocorre a palavra sacerdote referem-se apenas ao sacerdócio judaico. Em relação com o Cristianismo, o termo “sacerdote” nunca é aplicado senão a Jesus Cristo. As funções sacerdotais, relacionadas com o sacrifício e a intercessão, acham-se, freqüentemente, no Novo Testamento em conexão com Jesus Cristo (Mt 20.28; Rm 8.34; Ap 1.5); mas somente na epístola aos Hebreus, é que estas funções lhe são atribuídas como sacerdote. O sacerdócio de Cristo é a nota tônica da epístola aos Hebreus, e emprega-se para mostrar a diferença entre a imaturidade e a maturidade espiritual.
Aqueles que conhecem Jesus Cristo como Salvador têm um conhecimento elementar do mesmo Jesus como Redentor; mas os que o conhecem como Sacerdote são considerados como possuidores de maior conhecimento e experiência. A redenção é, em grande parte, negativa, implicando livramento do pecado; mas o sacerdócio é inteiramente positivo, envolvendo o acesso a Deus.
      Os cristãos hebreus conheciam Cristo como Redentor, mas deviam também conhecê-Lo como Sacerdote, oferecendo-se então a oportunidade de um livre e corajoso acesso a Deus em todos os tempos. Este sacerdócio de Cristo acha-se associado com o de Melquisedeque, um sacerdócio misterioso, que vem mencionado em Gn 14, e recordado em tempos posteriores no Salmo 110. O argumento da epistola aos Hebreus é que o fato de ter sido mencionado naquele Salmo um sacerdócio diferente do de Arão, era uma prova de que alguma coisa superior ao sacerdócio de Arão era necessária. O sacerdócio de Melquisedeque é referido para explicar a pessoa Divina do sacerdote, sendo a sua obra ilustrada com o sacerdócio arônico, visto como não havia uma obra sacerdotal em conexão com Melquisedeque.
     O sacerdócio de Cristo é considerado como estável e eterno, não sendo jamais delegado a qualquer outra pessoa (Hb 7.24). E este caráter do sacerdócio é devido ao fato de que o sacrifício de Jesus Cristo é superior aos sacrifícios do Antigo Testamento, pois é completo, espiritual e eficaz para a redenção (Hb 9.12 a 14; 10.11 a 14). Deste modo o sacerdócio de Cristo nos ensina aquela grande verdade de que o Cristianismo é a “religião do acesso ; e revela-se isso na exortação “aproximai-vos”.
Em Cristo todos os crentes são considerados como sacerdotes; mas o ministro do Evangelho, distinto na verdade do leigo, nunca no Novo Testamento é mencionado como sacerdote. Ele é o presbítero ou o ancião, palavras que têm uma idéia inteiramente diferente. Mesmo o sacerdócio, na referência aos crentes, nunca está associado com os cristãos individuais, mas tem-se em vista a sua capacidade de corporação: “sacerdócio santo” (1Pe 2.5). A verdade fundamental a respeito do sacerdócio no Novo Testamento  é esta: O Servo é um sacerdote!
> Informações completas, compiladas da Bíblia sobre o SACERDOTE:

a) Primeira menção de pessoas a agirem como Sacerdote. Gn 4:3.4b) Durante o período patriarcal, os chefes agiam como tais. Gn 8:20: 12:8: 35:7c) Após o Êxodo, certos jovens (primogênitos) fora, nomeados para agirem como tais. Ex 23:5 com, 19:22d) Os filhos de Arão nomeados sumo sacerdotes por estatuto perpetuo. Ex 29:9: 40:15e) Todos, com exceção da descendência de Arão. Excluídos do sacerdócio levíticoNm 3:10; 16:40: 16:7f) Santificados por Deus para o oficio. Ex 29:44g) Publicamente consagrados. Ex 28:3; Nm 3:3
> Cerimônia de Consagração:a) Lavagem em água, Ex 29:4: Lv 8:6b) Vestir em vestes santas  Éx. 29:8.9: 40:14: Lv 8:13c) Ungir com óleo. Ex 30:30: 40:13d) Oferecer sacrifícios, Ex 29:10-19: 8:14-23e) Purificação pelo sangue do carneiro da consagração. Ex 29:20.21: Lv8:23.24e) Imposição das mãos sobre, a oferta movida. Éx 29:22-24: Lv 8:25-27f) Participar dos sacrifícios da consagração, Ex 29:31-33: Lv 8:31,32g) Duravam sete dias. Éx. 29:35-37: Lv 8:33h) Tinham de ficar no tabernáculo sete dias após sua consagração. Lv 8:33-36i) Nenhuma Pessoa, defeituosa podia ser consagrada para o sacerdócio levítico. Lv 21:17-23j) Era necessário provar a genealogia, antes de exercer o oficio. Ed 2:62: Nm 7:64
> Suas Vestes:
a) Túnica. Ex 28:40: 39:27b) Cinto. Ex 20:40c) Tiaras, Ex 28.40: 39:28d) Calções de linho. Ex 28:42: 39:28e) Usadas na consagração, Ex. 29:9: 40:15f) Sempre usadas enquanto oficiavam no tabernáculo. Is 28:43: 39:41g) Usadas pelo sumo-sacerdote no dia da expiação. Lv 16:4h) Purificadas por sangue aspergido Ex 29:21i) Guardadas em câmara santa. Ex 44:19j) Freqüentemente providas pelo povo. Ed 2:68,69: Nm 7:70.72k) Era necessário lavar-se na bacia de bronze antes de realizarem seu serviço. Ex 30:17.21
> Seus serviços:a) Tomar conta do tabernáculo, etc Nm 18:1,5.7b) Cobrir os objetos sagrados do santuário antes de sua remoção. Nm 4:5-15c) Oferecimento de sacrificio.. Lv cap. 1 a 6; 2 Cr 29:34: 35:11d) Acender e conservar em ordem as lâmpadas do santuário. Ex 27:20.21; Lv 24:3.4e) Conservar sempre aceso, o fogo do altar, Lv 6:12.13f) Queimar o Incenso. Ex 30:7.8: Lc 1:9g) Colocar e remover os pães da  proposição. Lv 24:5-9h) Oferecer os primeiros frutos. Lv 23:10.11; Dt 26:3.4i) Abençoar o povo. Nm 6:23-27j) Purificar os imundos.. Lv 15:30.31k) Decidir os casos de ciúme. Nm 5:14.15l) Decidir os casos de lepra. Lv 13:2-59: 4:34-45m) Julgar os casos de controvérsia. Dt 17:9-13; 21:5n) Ensinar a lei. Dt 33:0.10: Ml 2:7o) Tocar as trombeta em várias ocasiões. Nm 10:1-10: Is 6:3.4p) Transportar a arca. Js 3:6.17; 6:12q) Encorajar a povo, ao irem à guerra. Dt 20:1-4r) Avaliar as coisas devotadas. Lv 27:8s) Tinham de viver do altar, visto que não possuíam herança. Dt 18:1.2; 1 Co 9:13
> Viviam sobre leis especiais:a) Não podiam casar-se oca mulheres divorciadas ou impróprias. Lv 21:7b) Não podiam contaminar-se pelos mortos, exceto pelos parentes mais próximos. Lv 21:1-6c) Não podiam beber vinho, etc., enquanto estivessem servindo no tabernáculo. Lv 10:9; Ez 44:21d) Não podiam contaminar-se, comendo o que tinha morrido por si mesmo. Lv 22:8e) Enquanto estivessem imundos, não podiam realizar qualquer serviço. Lv 22:1.2 com Nm 19:6.7f) Enquanto estivessem imundos, não podiam comer das coisas santas. Lv 22.3-7g) Nenhum hospede ou servo contratado podia comer de sua porção. Lv 22:10h) Todos os servos comprados os nascidos na casa, podiam comer de sua porção. Lv 22:11i) Seus filhos, casados com estranhos, não podiam comer sua porção. Lv 22:12j) As pessoas que ignorantemente comessem de suas coisas santas, tinham de fazer, restituição. Lv 22:14-16k) Divididos por Davi em vinte e quatro turmas.  Cr 24:1-19; 2 Cr 8:14; 35:4.5l) As quatro turmas que voltaram da Babilônia subdividiram-se em vinte e quatro. Ed 2:36-39   com Lc 1:5m) Cada turma tinha seu Iíder. 1Cr  24.6,31:  2Cr 36:14n) Seus serviços divididos por sorte.  Lc 1:9o) Castigo para quem invadisse seu oficio. Nm 16.1-35; 10:7; 2Cr 26:16-21p) Em ocasiões especiais, pessoas não pertencentes à família de Arão agiram como sacerdotes Jz 6:24-27; 1Sm  7:9; 1Rs 18:33
Foram algumas vezes:a) Foram cobiçosos. 1Sm 2:13-17b) Foram beberrões. Is  28:7c) Foram profano, e ímpios. 1Sm 2:22-24d) Focam injustos. Jr 6:13e) Foram corruptores da lei. Is 28:7 com Ml 2:8f) Foram lentos em santificar-se ao serviço de Deus.. 1Cr 29:34g) Geralmente participavam com o povo, em seu castigo. Jr 14:10;  Lm 2:20h) Ou mais vis do povo feitos sacerdotes por Jeroboão e outros. 1Rs 12:31; 2Rs 17:32i) Suas cerimônias, ineficaz para remover o pecado. Hb 7:11; 10:11
Ilustram:a) Cristo. Hb 10:11.12b) Os Santos.. Ex 19:6: 1Pe 2:9
Leis referentes: 
Is 29:1; 40:15; Lv 10:9; 21:1; Ed 7:24; Ne 7:65
Deviam ser santos: 
Ex 19:22; Lv 
10:3; 21:6;  22:9; 2Cr 6:41; Is 52:11; Ml 2:7
> Alguns Idolatras. Exemplo: 
Jz 17:5; 1 Sm 5:5; 1Rs 12:31; 13; 2 Rs 10:11; 11:18; 23:5.20
Seus Alimentos: 
Ex. 29:32; Lv 6:16; 7:6.15; 8:31; 10:12,17;  24:9: Nm 18:31
Sua Herança: 
Nm 18:20; 26:62; Dt 10:9; 12:12; 14:27; 18:2; Js 13:14; 14:3; 18:7; 
Ez 44:28; 45:4.
Sumo Sacerdotes:a) Especialmente chamado por Deus. Ex 28:1.2;  Hb 5:4b) Consagrado para seu oficio. Ex 40:13; Lv 8.12
Era chamado de:
a) O sacerdote. Ex 29:30; Ne 7:65b) Sumo-sacerdote de Deus. At 23:4c) Príncipe do povo. Ex 22:28 com At 23:5d) Seu oficio. Hereditário. Ex 29:29e) Segundo em categoria, após o rei. Lm 2.6f) Freqüentemente exercia poder civil principal. 1 Sm 4:18
Seus Deveres:
a) Oferecer dons e sacrifícios. Hb 5:1b) Acender as lâmpadas sagrada.  Ex 30.8; Nm 8:3c) Fazer expiação ao santo dos  Santos, uma vez por ano. Lv 16; Hb 9:7d) Apresentar ao Senhor os nomes das tribos de Israel, como memorial.
Ex 28:12,29
e) Interrogar a vontade de Deus pelo Urim e Tumim.  1 Sm 23:9-12: 30:7.8f) Consagrar os levitas. Nm 8:11-21g) Nomear sacerdotes aos, diversos ofícios. 1 Sm 2.36h) Cuidar do dinheiro coligido no tesouro sagrado. 2 Rs 12:10; 22:4i) Presidir o tribunal superior.  Mt 26:3.57-62; At 5.21-28; 23.1-5j) Fazer o recenseamento do povo.  Nm 1:3k) Abençoar o povo. Lv 9:22.23l) Algumas vezes capacitado a profetizar. Jô 11.49-52
> Comissionado:a) Chamado de segundo sacerdote. 2 Rs 25:18 b) Exercia supervisão sobre o tabernáculo. Nm 4.16c) Exercia supervisão sobre os levita.. Nm 3:32 d) Precisava casar-se com uma virgem da família de Arão.  Lv 21.13,14e) Proibido lamentar quem quer que fosse. Lv 21:10-12f) Devia ser terno e compassivo. Hb 5:2g) Precisava oferecer sacrifício por si mesmo. Hb 5:1-3
Tipificava Cristoa) Por ser chamado por Deus. Hb 5:4,5b) Por seu título. Hb 3:1c) Por sua nomeação. ls 61:1; Jo 1:32-34d) Por fazer expiação.  Lv 16:33: Hb 2:17e) Por suas vestes esplendidas. Ex 28:2 com Jo 1:14f) Por estar sujeito à tentação, Hb 2:18g) Por sua compaixão e simpatia pelos pobres e ignorantes. Hb 4.15; 5.1,2h) Por casar-se com uma virgem. Lv 21:13.14; 2 Co 11:2i) Pela santidade de seu oficio. Lv 21:15 com Hb 7:26j) Por realizar sozinho todo o culto no dia da expiação. Lv 16 com Hb 1:3k) Por trazer os nomes das tribos de Israel sobre o coração.
Ex 28.29 com Ct 8.6
l)Porque só ele entrava no santo dos Santos.
Hb 9.27 com vers. 12,24 e Hb 4.14
m) Por sua intercessão. Nm 16:43-48: Hb 7:25 n) Por sua benção. Lv 9.22,23; At 3.26
Inferior a Cristoa) Por necessitar de expiação para seus  próprios pecados.
Hb 5:2,3; 7:26-28; 9:7
b) Por ser da ordem de Arão. Hb 6:20; 7:11-17; 8:4.5 com vers. 1.2,6c) Por ser sem juramento. Hb 7:20-22d) Por são ser capaz de continuar. Hb 7.23,24e) Por oferecer continuamente o mesmo sacrifício. Hb 9:25,26,28; 10:11,12,14f) Por entrar anualmente no santo dos Santos. Hb 9.7,11,15

O Homem, antes e depois de conhecer a Cristo

         Obras da Carne & Frutos do Espírito
    “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade (amor), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.” Gl 5.19-23

     Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

OBRAS DA CARNE. 

“Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17).

As obras da carne (5.19-21) incluem:

(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.

(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).

(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).

(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).

(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).

(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.

(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3).

(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).

(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).

(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).

(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).

(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19).

(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.

(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.

(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.

(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.

As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do
reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).

O FRUTO DO ESPÍRITO. 

Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9).

O fruto do Espírito inclui:

(1) “Caridade” (amor) (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).

(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).

(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).

(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).

(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).

(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).

(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).

(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).

(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.
Fonte: BEP

Liderança


                              QUALIDADES DE UM LÍDER


    Os líderes nascem no seio da igreja, e não necessariamente, necessitam de uma formação acadêmica. O que importa realmente é a vida reta, santa e digna de ser imitada pelos demais da congregação. São levantados com duas missões principais, são elas:

a) Preparar os eleitos para uma vida segundo a vontade de Deus, produzindo frutos dignos de arrependimento. 
“Foi ele quem “deu dons às pessoas”. Ele escolheu alguns para serem apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e ainda outros para pastores e mestres da Igreja. Ele fez isso para preparar o povo de Deus para o serviço cristão, a fim de construir o corpo de Cristo”
. Ef 4.11,12
b) Pregar a verdade da salvação a todos.
“E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros”
. 2Tm 2.2

Os que ocupam cargos de liderança (em qualquer área da igreja), precisam viver a verdade do evangelho, na autoridade e poder do Senhor. Que sejam pessoas que creiam incondicionalmente na Bíblia e aceite o mover do Espírito Santo em toda a sua amplitude, que jamais queiram limitar o Senhor à Palavra, mas, que tenha consciência que Ele é o Senhor da Palavra e que vai além da revelação já existente.

Qualidades presentes na vida dos verdadeiros líderes:

1- Chamados por Deus:
”O SENHOR disse a Moisés: —Mande chamar o seu irmão Arão e os filhos dele, Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. Separe-os do povo de Israel para que me sirvam como sacerdotes.” Ex 28.1
”Em nós não há nada que nos permita afirmar que somos capazes de fazer esse trabalho, pois a nossa capacidade vem de Deus.” 2Co 3.5

O Chamado vem do Senhor, que capacita os Seus servos a desempenharem as funções para as quais foram comissionados. A preocupação do escolhido do Senhor deve restringir-se apenas em santificar-se e buscar a sensibilidade para ouvir o Espírito.

2- Comissionados por Cristo:
“Portanto, vão a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores, batizando esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado a vocês. E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos”.  Mt 28.19,20

Os escolhidos para a manifestação do evangelho do Senhor precisam receber a autoridade que é dada pelo Senhor. É ouvir o Ide!

3 – Enviados pelo Espírito Santo:
“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.  Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram. Enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.”At 13.2-4

Sem a confirmação e a direção do Espírito Santo, o líder não tem autoridade para tomar decisões próprias. É preciso ser sensível à voz do Espírito e esperar o momento certo para agir.

4 – Sensíveis à voz de Deus:
“Jesus afirmou: —Simão, filho de João, você é feliz porque esta verdade não foi revelada a você por nenhum ser humano, mas veio diretamente do meu Pai, que está no céu”. Mt 13.17
“Um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Dispõe-te e vai para o lado do Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto. Ele se levantou e foi”. At 8.26

A habilidade de liderar não está na sabedoria humana, mas, na capacidade de ouvir e obedecer à orientação que vem dos céus. É totalmente possível a uma pessoa simples ser poderosamente usada pelo Senhor na manifestação do seu poder. O compromisso com o Senhor deve ser vista por todos.

5- Cheio de Fé:
“Visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.” Rm 1.17

A perseverança na fé é uma virtude do líder segundo o coração de Deus. Pois, no curso da caminhada, dificuldades surgirão e é preciso está alicerçados, plena confiança para vencer as adversidades. Veja o exemplo de Abraão:     Gn 12.1-20; 17.1-27; 22.1-19

6- Exemplos vivos de Cristo:
“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” 1Co 11.1

Os líderes precisam refletir a imagem do Senhor, para que seus liderados o veja como exemplo digno de imitação. É preciso um comportamento digno, palavras sábias e ações santas. Paulo declarou-se como digno de ser imitado. 

7- Homens e mulheres de caráter:
“O bispo deve ser um homem que ninguém possa culpar de nada... É preciso que o bispo seja respeitado pelos de fora da Igreja, para que não fique desmoralizado e não caia na armadilha do Diabo. Do mesmo modo, os diáconos devem ser homens de palavra e sérios...  Primeiro devem ser provados e depois, se forem aprovados, que sirvam a Igreja. A esposa do diácono também deve ser respeitável e não deve ser faladeira. Ela precisa ser moderada e fiel em tudo.” 1Tm 3.1-13

Paulo faz uma descrição das qualidades que devem estar presentes na vida do líder. É preciso que seja maduro e demonstrar um caráter ético e aprovado por todos. 

8- Cheios de humildade:
“Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha:  Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano,  ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte—morte de cruz.”  Fp 2.5-8

O maior exemplo de humildade que temos, é o de Cristo Jesus. Ele, obedeceu, fez a obra e pagou um alto preço. 

9- O líder ouve os liderados e aprende com eles:
“Encontrei em Davi, filho de Jessé, o tipo de pessoa que eu quero e que vai fazer tudo o que eu desejo.” At 13.22

Davi foi um rei sensível a Deus, líder humilde que aceitava as repreensões e os conselhos que procediam dos profetas. É sábio ouvir as pessoas, mesmo que as sugestões não sejam as melhores.

10- Segundo o coração de Deus:
“Então, os homens de Israel disseram a Gideão: Domina sobre nós, tanto tu como teu filho e o filho de teu filho, porque nos livraste do poder dos midianitas. Porém Gideão lhes disse: Não dominarei sobre vós, nem tampouco meu filho dominará sobre vós; o SENHOR vos dominará.” Jz 8.22,23

Alguns são líderes natos; mas, o líder sábio deposita nas mãos do Senhor as suas tarefas e sensíveis ao Espírito Santo, age segundo a Sua orientação.

11- Vida de orações e jejuns:
“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram. Enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.”At 13.2-4

A vida de oração e jejum possibilita ao líder comunhão íntima com o Senhor e a possibilidade de ouvir e ser orientado literalmente pelo Espírito de Deus. É um governo “teocrático”.

12- Sonhos, visões, profecias, revelações, etc:
“Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso. Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las.”      1Co 12.4-10

Crer e viver o sobrenatural do Senhor é uma condição na vida de um líder segundo o coração de Deus.

13- Milagres, sinais e maravilhas:
“Homens de Israel, escutem o que eu vou dizer. Deus mostrou a vocês que Jesus de Nazaré era um homem aprovado por ele. Pois, por meio de Jesus, Deus fez milagres, maravilhas e coisas extraordinárias no meio de vocês, como vocês sabem muito bem.” At 2.22

Os milagres e sinais são para nossos dias, devemos encará-los como a manifestação do poder de Deus, indispensável para a edificação de vidas.

14- Unidade dos liderados:
“Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.” At 1.14

Uma das qualidades do líder é reunir os irmãos num só pensamento, numa só direção e isto só é possível, quando há o mover do Espírito Santo da vida.

15- Intrepidez, coragem:
“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus.” At 4.13

A nossa coragem e sabedoria nas ações precisam demonstrar que andamos com Cristo.

Mas, a maior qualidade do líder, não importa qual a classe de liderança (seja: pastor, presbítero, diácono, professor, diretor de associações, etc.), inquestionavelmente é a condição de cheios do Espírito Santo. As ações e atitudes serão bênção.

Sejas um líder segundo o coração de Deus.

Usos & Costumes



USOS & COSTUMES

Vestimenta
      Algumas denominações dão um valor excessivo ao chamado Uso & Costume, a ponto de excluir do rol de membros irmãos que não se enquadram na visão dos seus fundadores ou teólogos.   À luz da Bíblia é impossível afirmar que a mulher ou o homem não deve usar determinada vestimenta.
       O homem no princípio de sua existência andava nu, Gn 2.25. As primeiras roupas que usou eram feitas de peles de animais, Gn 3.21. Subseqüentemente os materiais empregados no fabrico de vestimentas eram a lã, Gn 31.19; Lv 13.47; Jó 31.20, o linho, Ex 11.31; Lv 16.4, o linho fino, Gn 41.42, e finíssimo, Lc 16.19, a seda, Ez 14.10,13; Ap 18.12, o saco de cilício, Ap 6.12, e as peles de camelo, Mt 3.4.
      As peças essenciais dos trajes do homem e da mulher eram duas: Uma túnica, espécie de camisa de mangas curtas, chegando até aos joelhos, Gn 37.3; 2Sm 13.18, às vezes tecida de alto a baixo e sem costura, Jo 19.23, 24, cingida por um cinto; 
eram iguais para ambos os sexos, a diferenciação estava no estilo e na forma de usá-las.
      Outra peça consistindo em um manto, Rt 3.15; 1Rs 11.30; At 9.39, feito de um pano de forma quadrada, guarnecido de fitas, Nm 15.38; Mt 23.5. Punha-se sobre o ombro esquerdo, passando uma das extremidades por cima ou por baixo do braço direito.
A parte inferior do baixo manto chama-se orla, Ag 2.12; Zc 8.23. As vestes dos profetas eram de peles de ovelhas, ou de cabritos, 2Rs 1.8; Zc 3.4; Hb 11.37, e também de peles de camelo, Mt 3.4.
      Outra peça de roupa era às vezes usada entre a túnica e a manta, por pessoas de distinção, e oficialmente pelo sumo sacerdote, Lv 8.7; 1Sm 2.19; 18.4; 24.4; 2Sm 13.18; 1Cr 15.27; Jó 1.20. Era uma veste comprida sem mangas, apertada na cinta. Os cintos serviam para facilitar os movimentos do corpo e eram feitos de couro, linhos crus ou finos, 2 Rs 1.8; Jr 13.1; Ez 16.10, muitas vezes bem elaborados com decorações artísticas, Ex 18.39; 39.29; Dn 2.5; Ap 1.13.
A espada era levada à cinta e o dinheiro também, Jz 3.16; 1Sm 25.13; Mt 10.9. Fora de casa traziam sandálias, sapato rudimentar, feitas com uma sola de madeira ou de couro, Ex 16.10, apertadas aos pés nus por meio de correias, passando pelo peito do pé e à roda dos artelhos, Gn 14.23; Is 5.27; At 12.8.
     O povo comum andava com a cabeça descoberta. Às vezes traziam turbantes, Jó 29.14; Is 3.20; Ez 23.20. O véu era usado pelas mulheres em presença de pessoas estranhas, Gn 24.65; Ct 5.7, se bem que muitas vezes elas saíam com as faces descobertas, Gn 24.16; 26.8.
Os santos são sensíveis à voz do Espírito Santo e antes de usar determinadas vestes, procuram conhecer a vontade de Deus. Não é conveniente ao homem usar roupas sabidamente femininas.
      As mulheres devem vestir-se com sabedoria visando apenas a edificação do próximo, jamais, despertar a sensualidade ou desejos lascivos. Vestes transparentes, decotes profundos, saias e blusas curtas, calças apertadas (justas) e toda a espécie de roupas que mostram ou marcam o corpo despertando a sensualidade devem ser rejeitadas. É preciso cuidado com os extremos, o uso de vestidos e saias cobrindo os tornozelos, blusas com mangas até os pulsos e golas à altura do pescoço; não é sinal de santidade, geralmente desperta a rejeição no próximo impedindo que exalemos o bom perfume de Cristo.
     O uso de roupas de "marca" ou "etiqueta" de modo geral é um canal aberto para o devorador (são caríssimas) e que desperta no coração a vaidade. Basicamente, quem usa uma roupa de griffe o faz para que o próximo veja. A moda não é feita para o povo de Deus, que devem optar pela simplicidade de aços, a exemplo de nosso Senhor.
"Quero também que as mulheres sejam sensatas e usem roupas decentes e simples. Que elas se enfeitem, mas não com penteados complicados, nem com jóias de ouro ou de pérolas, nem com roupas caras! Que se enfeitem com boas ações, como devem fazer as mulheres que dizem que são dedicadas a Deus!" 1 Tm 2:9,10
Jóias e Maquiagem
     O uso de jóias e bijuterias não é errado, no entanto, é preciso que sejam sensatos. Os servos de Deus não deve assemelhar-se à uma "perua". A ostentação é um pecado.   O uso de maquiagem não é condenado por Deus, no entanto, às mulheres precisam ser sensíveis ao Espírito e não optar por nada demasiadamente pesado. O equilibro se aplica também a esta área.
"Não procure ficar bonita usando enfeites, penteados exagerados, jóias ou vestidos caros." 1Pe 3.3
Finalizando, medite:
"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam.  Ninguém busque o seu próprio interesse, e sim o de outrem." 1Co 10.23,24

Cristologia



Jesus, Nomes e títulos


      Jesus esteve presente nos tempos eternos, nos quais, Deus alegrava-se com a idéia da criação; participou do gênesis ativamente e ainda nos dias iniciais da existência do homem, foi alvo de uma profecia – promessa – que apontava para o maior dos sacrifícios, através do qual, a humanidade seria restaurada e viveria uma nova dimensão, uma vida fundamentada na rocha, inabalável e firme o suficiente para suportar as intempéries do dia-a-dia. 

        Oh graças! Muitos séculos passaram-se desde aquele dia memorável, no qual a promessa foi firmada, mas, o Todo-Poderoso não se esquece! E no tempo oportuno, explicita o quanto gosta do homem, enviando o Senhor para o sacrifício que restauraria a comunhão pessoal  com Ele.
Neste artigo, quero mostrar a grandiosidade do Senhor Jesus, apresentando  os Títulos e Nomes, pelos quais foi reconhecido pelo Seu povo.


Veja:
1) Advogado - 1Jo 2.1
2) Todo-Poderoso - Ap 1.8
3) Braço do Senhor  -  Is 51.9; 53.1
4)Autor e consumador da fé Hb 12.2
5) Autor da Salvação Hb 2.10 e 5.9
6) Filho Amado - Mc 1.11
7) Renovo – Is 4.2
8) Pão da Vida – Jo 6.35
9) Supremo Pastor – 1Pe 5.14
10) Cristo de Deus – Lc 9.20
11) Consolador de Israel - Lc 2.25
12) Pedra de Esquina – Sl 118.22
13) Conselheiro –  Is 9.6
14) Criador – Jo 1.3
15) Sol Nascente – Lc 1.78
16) Libertador – Rm 11.26
17) Porta – Jo 10.7
18) Eleito de Deus – Is 42.1
19) Pai Eterno – Is 9.6
20) Primeiro e Último – Ap 1.5
21) Primogênito – Ap 1.5
22) Precursor – Hb 6.20
23) Glória do Senhor –  Is 40.5
24) Deus – Jo 20.28; Rm 9.5
25) Bom Pastor – Jo 10.11
26) Guia – Mt 2.6
27) Sumo – Sacerdote – Hb 4.14
28) Cabeça da Igreja – Ef 1.22
29) Herdeiro – Hb 1.2
30) Santo Servo – At 4.27
31) Santo – At 3.14
32) Santo de Deus – Mc 1.24
33) Santo de Israel – Is 41.14
34) Salvação – Lc 1.69
35) Eu Sou – Jo 8.58
36) Imagem de Deus – 2Co 4.4
37) Emanuel – Is 7.14
38) Jesus – Mt 1.21
39) Jesus de Nazaré – Mt 21.11
40) Juiz de Israel – Mq 5.1
41) Justo – At 7.52
42)Rei – Zc 9.9
43) Rei dos Séculos – 1Tm 1.17
44) Rei dos Judeus – Mt 2.2
45) Rei dos Reis -  1Tm 6.15
46) Rei das Nações – Ap 15.3
47) Legislador – Is 33.22
48) Cordeiro –  Jo 1.29; Ap 13.8
49) Príncipe – Is 55.4
50) Vida – Jo 14.6
51) Luz do Mundo – Jo 8.12
52) Leão de Judá – Ap 5.5
53) Senhor da Glória – 1Co 2.8
54) Senhor dos Senhores –1Tm 6.15
55) Homem de Dores – Is 53.3
56) Mediador – 1Tm 2.5
57) Mensageiro da Aliança – Ml 3.1
58) Messias – Jo 1.41
59) Deus Poderoso – Is 9.6
60) Poderoso – Is 60.16
61) Estrela da Manhã – Ap 22.16
62) Nazareno – Mt 2.23
63) Filho Unigênito – Jo 1.18
64) Príncipe da Vida – At 3.15
65) Príncipe da Paz – Is 9.6
66) Profeta – Lc 24.19; At 3.22
67) Ressurreição e Vida – Jo 11.25
68) Rocha – 1Co 10.4
69) Raiz de Davi – Ap 22.16
70) Palavra de Deus – Ap 19.13
71) Salvador – Lc 2.11
72) Semente da Mulher – Gn 3.15
73) Pastor – 1Pe 2.25
74) Filho de Deus Bendito – Mc 14.61
75) Filho de Davi – Mt 1.1
76) Filho de Deus – Mt 2.15
77) Filho do Altíssimo – Lc 1.32
78) Filho do Homem – Mt 8.20
79) Filho da Justiça – Ml 4.2
80) Verdadeira Luz – Jo 1.9
81) Videira Verdadeira – Jo 15.1
82) Verdade – Jo 1.14
83) Palavra, Verbo – Jo 1.1
84) Bispo – 1Pe 2.25

Este é Jesus, grande o suficiente para jamais poder entendê-lo (Rm 9.5), mas, tão humilde e amável, quanto um cordeiro (Jo 1.29).

Sejamos pois,  um com o Senhor Jesus Cristo!
Amém.